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Documentário sobre Barão de Itararé com narração de Gregorio Duvivier estreia na Flip

Gregorio Duvivier narra documentário sobre o Barão de Itararé, que estreia na Flip e revela sua resistência ao governo Vargas.

Gregorio Duvivier (Foto: Divulgação)
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  • O documentário “O Brasil que não houve: as aventuras do Barão de Itararé no reino de Getúlio Vargas” estreia na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).
  • A exibição ocorrerá nos dias 1º e 2 de agosto, no Cinema da Praça, com lançamento previsto para o canal Curta! em outubro.
  • A obra é dirigida por Arnaldo Branco e Renato Terra e aborda a trajetória de Apparício Torelly, conhecido como Barão de Itararé, um dos pioneiros do humor político no Brasil.
  • O documentário destaca a crítica de Torelly ao governo Vargas e suas experiências de repressão, incluindo mais de dois anos de prisão por suas piadas.
  • O Barão se autodenominava “herói de dois séculos” e atuou como opositor do regime entre 1930 e 1945, utilizando o humor como forma de resistência.

Gregorio Duvivier narra o documentário “O Brasil que não houve: as aventuras do Barão de Itararé no reino de Getúlio Vargas”, que estreia na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). A exibição ocorrerá nos dias 1º e 2 de agosto, no Cinema da Praça, com lançamento previsto para o canal Curta! em outubro.

A obra, dirigida por Arnaldo Branco e Renato Terra, explora a trajetória de Apparício Torelly, conhecido como Barão de Itararé, um dos pioneiros do humor político no Brasil durante a Era Vargas. O filme destaca os feitos do Barão, que fundou o jornal “A Manha”, onde satirizava a imprensa e os políticos da época. A Flip, que acontece de 30 de julho a 3 de agosto, será o palco da estreia.

Renato Terra enfatiza a importância de capturar o espírito bem-humorado do Barão para contar sua história. O documentário revela como Torelly se tornou um crítico feroz do governo Vargas, enfrentando repressões que o levaram a passar mais de dois anos preso por suas piadas. Arnaldo Branco complementa que o Barão viveu em uma época em que o humor era realmente punido, sem a proteção do politicamente correto.

Torelly, que faleceu em 1971, se autodenominava “herói de dois séculos”, refletindo seu impacto tanto no século XIX quanto no XX. Entre 1930 e 1945, ele se destacou como um opositor do regime, denunciando os excessos dos Integralistas e utilizando o humor como forma de resistência.

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