- A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas mostra Ratinho Júnior como favorito entre os eleitores do Paraná, com 33,6% das intenções de voto.
- O ex-presidente Jair Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 34,4%, enquanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 15,5%.
- Em um cenário com Michelle Bolsonaro, Ratinho Júnior lidera com 44,7%, contra 21,4% da ex-primeira-dama.
- Sem candidatos da família Bolsonaro, Ratinho Júnior poderia alcançar 49,0% das intenções de voto.
- A pesquisa foi realizada entre três e seis de julho de 2025, com 1.540 eleitores em 62 municípios do Paraná, apresentando margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Os dados de uma pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas revelam que o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), é um dos favoritos entre os eleitores paranaenses para a presidência. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira, 11, aponta que Ratinho Júnior possui 33,6% das intenções de voto, empatando tecnicamente com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que tem 34,4%. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em terceiro, com 15,5%.
Cenários de Disputa
Caso Ratinho Júnior enfrente Michelle Bolsonaro (PL), ele lidera com 44,7% contra 21,4% da ex-primeira-dama. Lula mantém os 15,5% nesse cenário. Se não houver candidatos da família Bolsonaro, Ratinho Júnior poderia alcançar 49,0%, quase garantindo uma vitória no primeiro turno, enquanto Lula continuaria com os mesmos 15,5%.
Em uma simulação com Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Ratinho Júnior ainda se destaca, com 48,8% das intenções de voto, enquanto Eduardo e Lula aparecem empatados, com 15,2% e 15,5%, respectivamente. A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 6 de julho de 2025, com 1.540 eleitores em 62 municípios do Paraná, apresentando um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Implicações para a Corrida Presidencial
Esses números indicam um cenário competitivo para as próximas eleições, com Ratinho Júnior se consolidando como uma figura forte no estado. A pesquisa evidencia a fragmentação do eleitorado e a possibilidade de novas alianças e candidaturas que podem influenciar o resultado final. A proximidade entre os candidatos sugere que a disputa será acirrada e que os próximos meses serão cruciais para definir os rumos da política nacional.
Entre na conversa da comunidade