- O condomínio em Jacarepaguá, fundado em mil novecentos e setenta e sete, enfrenta problemas de segurança e infraestrutura.
- Em dois mil e vinte e três, três corpos foram encontrados no terreno, levando a polícia a investigar o crime organizado na área.
- O local, que deveria ter dezesseis mil unidades habitacionais, está paralisado desde sua origem devido a problemas financeiros e falta de moradores.
- Especialistas afirmam que o solo instável, composto por turfa, inviabiliza a instalação de redes de água e esgoto e a construção de ruas.
- A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) já realizou operações no local para identificar grupos criminosos que utilizam a área para desova de corpos.
O condomínio abandonado em Jacarepaguá, fundado em 1977, enfrenta uma grave crise de segurança e infraestrutura. Recentemente, três corpos foram encontrados no terreno, levando a polícia a investigar a atuação do crime organizado na região. O local, que deveria abrigar 16 mil unidades habitacionais, foi paralisado desde sua origem devido a problemas financeiros e falta de moradores.
Os prédios, construídos pela Delfin Imobiliária, estão em uma área de turfa, o que torna a infraestrutura inviável. Especialistas afirmam que o solo instável impede a instalação de redes de água e esgoto, além de dificultar a construção de ruas. O arquiteto Sérgio Magalhães comparou a situação ao que ocorreu na Vila do Pan, onde foi necessário reforçar a base do terreno.
Desde a entrega de 982 unidades em 1986, o condomínio tem sido alvo de ocupações temporárias, mas a maioria dos imóveis permanece desabitada. A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) já realizou operações no local, tentando identificar grupos criminosos que utilizam a área para desova de corpos. Moradores que ainda residem no condomínio lamentam o abandono e a insegurança que permeiam o ambiente.
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