- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou Jair Bolsonaro durante um evento em Juazeiro, na Bahia, em 17 de julho de 2025.
- Lula acusou o deputado Eduardo Bolsonaro de ter pedido a Donald Trump um golpe de Estado no Brasil.
- Ele afirmou que Bolsonaro já tentou implementar um golpe e que, se condenado, deve cumprir pena.
- Lula mencionou que “o lugar do Bolsonaro é no ‘xilindró'” e que a Suprema Corte decidirá sobre sua condenação.
- O presidente também indicou a possibilidade de se candidatar em 2026 para evitar o retorno do bolsonarismo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificou suas críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante um evento em Juazeiro, na Bahia, nesta quinta-feira, 17. Lula acusou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de ter solicitado a Donald Trump um golpe de Estado no Brasil. “O filho do Bolsonaro foi pedir para o Trump dar um golpe no Brasil”, afirmou o petista, referindo-se a uma carta de Trump que expressa apoio ao ex-presidente brasileiro.
Lula também destacou que Bolsonaro já tentou implementar um golpe e que, segundo informações de generais presos, havia planos para assassinar ele e outras figuras políticas. “Quem vai condenar o Bolsonaro não é o presidente da República, é a Suprema Corte”, enfatizou, deixando claro que, se condenado, Bolsonaro deve cumprir pena. “Se for condenado, o lugar do Bolsonaro é no ‘xilindró’. Nesse País, a lei vale para todo mundo”, completou.
Cenário Eleitoral de 2026
Além das críticas a Bolsonaro, Lula abordou a possibilidade de se candidatar novamente em 2026. Ele afirmou que “serei candidato se for necessário para evitar que a turma do ‘coisa’ volte ao poder,” referindo-se ao bolsonarismo. Essa declaração sugere que Lula está se preparando para um novo embate eleitoral, caso a situação política exija sua presença.
A tensão entre Lula e Bolsonaro, acentuada pela carta de Trump, reflete a polarização política no Brasil, que se intensificou desde as eleições de 2022. Analistas políticos observam que essa dinâmica pode influenciar as relações entre Brasil e Estados Unidos, além de impactar o cenário eleitoral nos próximos anos.
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