- O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou sentir-se “já condenado” em meio a investigações sobre interferência política e obstrução da justiça.
- Ele criticou a rapidez do processo judicial, destacando que nunca viu um caso tão acelerado quanto o seu.
- Bolsonaro defendeu a legalidade dos cerca de US$ 14 mil encontrados em sua residência, alegando que o valor era para “futuras viagens” e que possui recibos que comprovam a origem do dinheiro.
- O ex-presidente classificou a investigação como politicamente motivada, afirmando que o objetivo é excluí-lo do cenário político para as eleições de 2026.
- Ele também comentou sobre sua relação com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e expressou preocupação com a postura do governo brasileiro em relação aos Estados Unidos.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou, em entrevista recente, que se sente “já condenado” em meio a investigações que o envolvem por suposta interferência política e obstrução da justiça. Os comentários vieram após a execução de mandados de busca e apreensão pela Polícia Federal (PF) em sua residência.
Bolsonaro criticou a rapidez do processo judicial, afirmando que “nunca se viu um processo tão rápido quanto o meu”. Ele também defendeu a legalidade dos cerca de US$ 14 mil encontrados em sua casa, alegando que o valor estava destinado a “futuras viagens” e que possui recibos que comprovam a origem do dinheiro. O ex-presidente afirmou que não tem conhecimento sobre o conteúdo de um pen drive apreendido, ressaltando que nunca o abriu.
Em sua fala, Bolsonaro caracterizou a investigação como politicamente motivada, afirmando que o objetivo é excluí-lo do cenário político para as eleições de 2026. Ele se posicionou como o único candidato capaz de vencer o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, segundo pesquisas. Além disso, criticou as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que o impedem de usar redes sociais e de se comunicar com seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro.
O ex-presidente também comentou sobre sua relação com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que não houve interferência nas tarifas aplicadas pelo governo americano. Ele expressou preocupação com a atual postura do governo brasileiro em relação aos Estados Unidos, sugerindo que a administração de Lula busca um confronto com Trump, que, segundo ele, nunca se reuniu com o atual presidente brasileiro.
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