- O ex-presidente Jair Bolsonaro está sob investigação e enfrenta ações judiciais, incluindo uma operação da Polícia Federal que resultou em medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica.
- O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, sugeriu que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) visitem destinos turísticos brasileiros em resposta à suspensão de vistos pelo governo dos Estados Unidos.
- A suspensão, imposta por Donald Trump, afeta oito dos onze ministros do STF, incluindo Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.
- O governo brasileiro classificou a suspensão dos vistos como uma “medida arbitrária e sem fundamento”, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a chamou de “inaceitável”.
- A retaliação dos Estados Unidos ocorreu após o STF impor restrições a Bolsonaro, que deve se recolher em horários determinados e não pode usar redes sociais.
O ex-presidente Jair Bolsonaro está sob investigação e enfrenta ações judiciais, incluindo uma operação da Polícia Federal que resultou em medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica. Recentemente, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, fez uma sugestão inusitada aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): que eles explorem destinos turísticos brasileiros, como as praias do Nordeste e a Amazônia, em resposta à suspensão de vistos imposta pelo governo dos Estados Unidos.
A medida do governo de Donald Trump, que considera a maioria dos ministros do STF como parte de uma “caça às bruxas” contra Bolsonaro, afetou oito dos onze magistrados da Corte, incluindo nomes como Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também foi incluído na lista. Em suas redes sociais, Randolfe destacou que o Brasil possui belezas naturais que rivalizam com destinos internacionais, sugerindo que os ministros não devem se preocupar com a impossibilidade de visitar parques temáticos nos EUA.
Em nota oficial, o governo brasileiro classificou a suspensão dos vistos como uma “medida arbitrária e sem fundamento”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou, chamando a ação de “inaceitável” e uma violação dos princípios de respeito entre nações. A retaliação dos EUA ocorreu após a decisão do STF de impor restrições a Bolsonaro, que agora deve se recolher em horários determinados e não pode usar redes sociais, devido ao risco de fuga do país.
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