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Carlos classifica pen drive apreendido como ‘factoide’ em nova declaração

A investigação sobre Jair Bolsonaro avança com a análise do celular do ex-presidente, após a PF considerar pen drive encontrado irrelevante.

Carlos Bolsonaro diz que pen drive apreendido na casa de Jair Bolsonaro é um 'factoide fabricado' (Foto: Wilton Junior/Estadão)
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  • A Polícia Federal encontrou um pen drive no banheiro da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma operação de busca e apreensão em 18 de julho.
  • A análise preliminar do pen drive considerou seu conteúdo irrelevante para as investigações.
  • Carlos Bolsonaro, vereador do Rio e filho do ex-presidente, chamou o pen drive de “factoide” e criticou a cobertura da mídia.
  • A investigação agora se concentra no celular de Bolsonaro, apreendido na mesma operação, para verificar diálogos relacionados a ações nos Estados Unidos.
  • As buscas foram registradas por câmeras corporais dos agentes da Polícia Federal, garantindo transparência no processo.

A Polícia Federal (PF) encontrou um pen drive no banheiro da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma operação de busca e apreensão na última sexta-feira, 18. A análise preliminar do dispositivo considerou seu conteúdo irrelevante para as investigações em curso, que envolvem Bolsonaro como réu no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Carlos Bolsonaro, vereador do Rio e filho do ex-presidente, classificou o pen drive como um “factoide” e criticou a cobertura da mídia, alegando que a situação foi manipulada para criar uma narrativa fantasiosa. Ele afirmou que o episódio faz parte de uma estratégia para desviar a atenção do público.

A PF ainda não divulgou um relatório detalhado sobre o pen drive, mas a investigação agora se concentra no celular de Bolsonaro, que também foi apreendido. A análise do celular visa verificar possíveis diálogos entre o ex-presidente e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, relacionados a ações nos Estados Unidos que poderiam ter pressionado o governo de Donald Trump a impor sanções ao Brasil.

As buscas foram documentadas por câmeras corporais dos agentes da PF, garantindo a transparência do processo. Não há um prazo definido para a conclusão da análise do celular, mas a investigação continua a ser um ponto focal nas ações legais contra Bolsonaro.

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