- A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) enfrenta críticas após relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) apontar falhas na gestão do vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo, entre 2020 e 2023.
- O relatório revela que a Ceagesp recolheu Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de permissionários, apesar de ter imunidade tributária, resultando em lucro artificial.
- Esse lucro inflacionado levou à distribuição de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de R$ 2 milhões em 2022, quando o valor correto deveria ser de R$ 882 mil, segundo a CGU.
- A Ceagesp refutou as alegações e afirmou ter corrigido os registros contábeis desde a nova gestão, que começou em janeiro de 2023.
- Mello Araújo defendeu sua administração, afirmando que todos os atos foram auditados e que sua gestão foi transparente. Ele é pré-candidato a vice na chapa de Nunes nas eleições de 2024.
A Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) enfrenta críticas após um relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) apontar falhas graves na gestão do vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo, entre 2020 e 2023. O documento, divulgado na última sexta-feira (18), revela que a companhia recolheu IPTU de permissionários, mesmo possuindo imunidade tributária, resultando em um lucro artificial.
Esse lucro inflacionado levou à distribuição de uma Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de R$ 2 milhões em 2022, enquanto o valor correto deveria ser de apenas R$ 882 mil, conforme a CGU. A Ceagesp, uma estatal federal, refutou as alegações e afirmou ter corrigido os registros contábeis desde a nova gestão, que começou em janeiro de 2023.
Em resposta às críticas, Mello Araújo defendeu sua administração, afirmando que todos os atos foram auditados por órgãos competentes. Ele destacou que sua gestão foi transparente e que as contas da atual administração ainda não foram aprovadas. A Ceagesp, por sua vez, reiterou que as demonstrações financeiras de 2023 e 2024 foram publicadas e aprovadas, contradizendo as afirmações do vice-prefeito.
A situação levanta questões sobre a responsabilidade na gestão pública e a necessidade de transparência nas contas das estatais. A reportagem aguarda um novo posicionamento do vice-prefeito, que é pré-candidato a vice na chapa de Nunes nas eleições de 2024.
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