- O Ministério Público Federal (MPF) arquivou uma denúncia de racismo contra o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, relacionada a uma declaração feita durante a 40.ª Festa Pomerana.
- A acusação foi apresentada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de Sapucaia do Sul, após Mello afirmar que a cidade se destaca pela “cor da pele das pessoas”.
- O MPF concluiu que não houve dolo nas palavras do governador e que não se constatou intenção de hierarquizar ou diminuir grupos.
- Jorginho Mello reagiu ao arquivamento, alegando que a denúncia foi motivada por manobras políticas e defendeu o desenvolvimento do estado.
- Ele afirmou que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil, destacando seu crescimento e progresso.
O Ministério Público Federal (MPF) arquivou uma denúncia de racismo contra o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), relacionada a uma declaração feita durante a 40.ª Festa Pomerana em Pomerode. A acusação, apresentada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de Sapucaia do Sul, surgiu após Mello afirmar que a cidade se destaca pela “cor da pele das pessoas”.
Durante a cerimônia, o governador destacou a beleza turística de Pomerode, mencionando a mistura cultural e a importância da cidade. O MPF concluiu que não houve dolo nas palavras de Mello, afirmando que não se constatou a intenção de hierarquizar ou diminuir grupos. O vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, ressaltou que, embora as palavras pudessem gerar dúvidas, seu sentido se esclarece quando analisadas no contexto do discurso.
Após o arquivamento, Jorginho Mello se manifestou em suas redes sociais, alegando que a denúncia foi resultado de manobras políticas. Ele afirmou que há uma “turma” que insiste em rotular Santa Catarina como um estado preconceituoso, atribuindo isso à inveja pelo desenvolvimento do estado. Mello defendeu que Santa Catarina é um exemplo para o Brasil, destacando seu crescimento e progresso.
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