- A defesa de Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) um adiamento de 15 dias para o interrogatório dos réus em um caso de tentativa de golpe, agendado para a próxima quinta-feira.
- Câmara foi preso em junho, acusado de obstruir investigações relacionadas ao caso.
- Os advogados alegam falta de acesso a provas essenciais, como gravações e transcrições de depoimentos.
- O advogado Eduardo Kuntz mencionou um pedido pendente para revogar a prisão de Câmara, que aguarda análise há cerca de um mês.
- A defesa também solicitou autorização para que os advogados ingressem na unidade prisional com computador e celular, facilitando as entrevistas e o interrogatório.
A defesa de Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um adiamento de 15 dias para o interrogatório dos réus envolvidos em uma tentativa de golpe, agendado para a próxima quinta-feira. A prisão de Câmara ocorreu em junho, sob a acusação de obstruir investigações relacionadas ao caso.
Os advogados de Câmara argumentam que ainda não tiveram acesso a gravações e transcrições de depoimentos essenciais para a defesa. O advogado Eduardo Kuntz destacou que há um pedido pendente para revogar a prisão do ex-assessor, que aguarda análise há cerca de um mês. A defesa enfatiza a importância do contraditório e a complexidade do processo, que envolve múltiplos réus e um grande volume de documentos.
Na petição, a defesa também solicita que o Batalhão de Polícia do Exército de Brasília seja informado sobre a autorização para que os advogados ingressem na unidade prisional com computador e celular, facilitando as entrevistas com Câmara e o interrogatório programado. O pedido de adiamento visa garantir que todos os direitos processuais sejam respeitados, considerando a gravidade das acusações e a necessidade de um julgamento justo.
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