- O Brasil enfrenta novas sanções do governo Trump, que intensificou críticas ao país, especialmente ao sistema financeiro, como o Pix.
- O Financial Times destacou a crítica do colunista Edward Luce, que chamou Trump de “imperador do Brasil”.
- O El País informou que as tarifas sobre exportações e sanções a ministros do Supremo representam uma “linha vermelha” cruzada por Trump.
- O economista Paul Krugman criticou Trump por atacar o Pix, defendendo que o sistema brasileiro promove inclusão financeira e oferece transações de baixo custo.
- Trump busca manter sua maioria no Congresso nas eleições de meio de mandato de 2024, visando evitar candidatos hostis dentro do partido.
O Brasil voltou a ser alvo de sanções do governo Trump, que intensificou suas críticas ao país, especialmente em relação ao sistema financeiro, como o Pix. O Financial Times destacou a crítica do colunista Edward Luce, que chamou Trump de “imperador do Brasil”, em referência a uma declaração de Lula. Luce argumenta que, se há um “farol da democracia liberal” no Ocidente, ele está em Brasília ou Ottawa.
O El País também abordou a situação, afirmando que as tarifas sobre exportações brasileiras e as sanções a ministros do Supremo representam uma “linha vermelha” cruzada por Trump. O jornal espanhol ressalta que é inédito um presidente dos EUA praticar extorsão contra outro líder, caso suas expectativas políticas não sejam atendidas.
O economista Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel, criticou Trump por atacar o Pix, afirmando que o sistema brasileiro oferece transações de baixo custo e inclusão financeira, algo que a indústria financeira dos EUA teme. Krugman sugere que Trump defende os interesses do setor financeiro americano, que não permitiria a concorrência de um sistema público.
Além disso, Trump está se movimentando para manter sua maioria no Congresso nas eleições de meio de mandato de 2024. Segundo o site Axios, suas ações visam não apenas garantir apoio político, mas também evitar que candidatos hostis surjam dentro do partido.
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