- O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) corrigiu um mapa da Amazônia Legal que tinha erros nas siglas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de omitir a sigla do Acre.
- A nova versão do mapa foi disponibilizada no site do IBGE em 23 de julho de 2025.
- Para melhorar a qualidade dos dados, a presidência do IBGE, sob Márcio Pochmann, criou um Comitê Técnico de Qualidade com até oito membros titulares e oito suplentes.
- A criação do comitê gerou controvérsias entre os servidores, que afirmam que já existem diretrizes para evitar erros.
- A Associação Sindical dos Servidores do IBGE (Assibge) criticou a medida, alegando que a crise de pessoal é a principal causa dos erros.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou a correção de um mapa da Amazônia Legal que apresentava erros nas siglas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de omitir a sigla do Acre. A nova versão do mapa foi disponibilizada no site do instituto na quarta-feira, 23. Em resposta às críticas sobre a qualidade dos dados, a presidência do IBGE, sob a liderança de Márcio Pochmann, criou um Comitê Técnico de Qualidade.
O comitê, instituído por meio de uma portaria, contará com até oito membros titulares e oito suplentes, representando diferentes setores do IBGE. O objetivo é reforçar a qualidade da produção e disseminação de estudos estatísticos e geocientíficos. No entanto, a criação do comitê gerou controvérsias entre os servidores, que argumentam que o IBGE já possui diretrizes para evitar erros.
A Associação Sindical dos Servidores do IBGE (Assibge) criticou a medida, afirmando que a criação do comitê foi feita sem consulta ao corpo técnico. A associação destaca que a crise de pessoal no instituto é a principal causa dos erros, resultando na supressão de etapas de revisão de produtos. Recentemente, o IBGE começou a receber novos servidores aprovados no Concurso Nacional Unificado.
A turbulência interna no IBGE, que se arrasta há quase um ano, levou à entrega de cargos de diretores, incluindo na Diretoria de Geociências. Em meio a essa crise, Pochmann tem enfrentado críticas por sua gestão, sendo acusado de autoritarismo. Em entrevista, ele afirmou que está buscando mudanças e dialogando com os funcionários, embora reconheça que transformações podem gerar resistência.
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