- Mais de mil e duzentos políticos receberam R$ 773 milhões em emendas parlamentares entre 2018 e 2025.
- Os valores foram alvo de investigações, levando os envolvidos a defenderem a legalidade e a transparência dos processos.
- O ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli, afirmou que sua empresa, o Grupo Sada, participa de licitações conforme a Lei de Licitações.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou que as emendas são instrumentos legítimos para atender demandas da população.
- Outros políticos, como Ciro Nogueira e Yury do Paredão, também reforçaram a transparência de suas empresas em licitações.
Mais de 1.200 políticos receberam R$ 773 milhões em emendas parlamentares entre 2018 e 2025, conforme reportado pelo UOL. Os valores, que têm origem em emendas, foram alvo de investigações e geraram defesas por parte dos envolvidos, que alegam legalidade e transparência nos processos.
Os políticos citados, como o ex-prefeito de Betim, Vittorio Medioli, afirmaram que sua empresa, o Grupo Sada, participa de licitações de acordo com a Lei de Licitações. Medioli destacou que todos os processos são auditados e disponíveis no Portal da Transparência. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também se manifestou, defendendo que as emendas são instrumentos legítimos para atender demandas da população, com a gestão dos recursos sendo responsabilidade dos entes federados.
Outros políticos, como Ciro Nogueira, senador, e Yury do Paredão, deputado, reforçaram que suas empresas atuam de forma transparente em licitações. Nogueira enfatizou que não participa da administração da CN Motos, enquanto Yury destacou que todos os recursos foram aprovados pelo Ministério do Turismo.
Cristiano Furlan, ex-funcionário do senador Randolfe Rodrigues, e Marcos Patriota, ex-prefeito de Jupi, também se pronunciaram. Furlan explicou que sua empresa entregou obras aprovadas, enquanto Patriota ressaltou a conformidade da CPM Construtora com os princípios da Administração Pública.
As defesas apresentadas buscam esclarecer a legalidade das emendas e a relação com as empresas envolvidas, em meio a um cenário de crescente escrutínio sobre a destinação de recursos públicos.
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