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Frontera enfrenta dívida milionária e tem gerador avaliado em R$ 200 mil

Demolição do Frontera expõe riscos de ignorar regularização e acumular dívidas urbanísticas. Proprietário perdeu oportunidade de desconto.

Restaurante Frontera, na Barra da Tijuca (Foto: Divulgação)
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  • O restaurante Frontera, na Barra da Tijuca, foi parcialmente demolido pela Secretaria de Ordem Pública.
  • A demolição ocorreu após o proprietário ignorar oportunidades de regularização do imóvel, que tinha construções ilegais.
  • A edificação avançava 300 metros quadrados sobre a calçada e acumulava dívidas urbanísticas superiores a R$ 1,2 milhão em dez anos.
  • O secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento, Gustavo Guerrante, informou que o proprietário poderia ter regularizado a construção com até 50% de desconto e parcelamento em até 60 vezes.
  • A situação serve de alerta para outros proprietários sobre as consequências de não regularizar imóveis.

O restaurante Frontera, situado na Barra da Tijuca, foi parcialmente demolido nesta semana pela Secretaria de Ordem Pública. A ação foi motivada pela ignoração de diversas oportunidades de regularização do imóvel, que apresentava construções ilegais.

A prefeitura informou que a edificação avançava 300 m² sobre a calçada, acumulando dívidas urbanísticas que ultrapassam R$ 1,2 milhão ao longo de dez anos. O imóvel possuía um gerador de energia no teto, avaliado em R$ 200 mil, que poderia ter sido utilizado para iniciar o processo de regularização, especialmente com os descontos da lei da Mais Valia, sancionada em junho deste ano.

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento, Gustavo Guerrante, destacou que o proprietário poderia ter regularizado a construção com até 50% de desconto e parcelamento em até 60 vezes. No entanto, essa oportunidade não foi aproveitada. Guerrante enfatizou que regularizar é mais barato do que ignorar as normas e que a prefeitura tem oferecido alternativas viáveis para a regularização.

A situação do Frontera serve como um alerta para outros proprietários que enfrentam problemas semelhantes, mostrando que a falta de ação pode resultar em consequências severas, como a demolição e o acúmulo de dívidas.

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