Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Hong Kong busca prender 19 ativistas exilados com mandados e recompensas

Polícia de Hong Kong intensifica repressão ao emitir mandados de prisão para dezenove ativistas exilados, acusados de subversão.

Ativistas Joshua Wong (d) e Ivan Lam chegam ao Centro de Recepção Lai Chi Kok em Hong Kong, após sentença de prisão por participação em protesto ilegal em 2019 - 02/12/2020 (Foto: Anthonny Wallace/AFP)
0:00
Carregando...
0:00
  • A polícia de Hong Kong emitiu mandados de prisão para dezenove ativistas exilados, acusando-os de subversão sob a lei de segurança nacional.
  • A ação ocorreu em 25 de novembro e é a maior desde a implementação da lei em 2020.
  • Os ativistas são acusados de organizar o “Parlamento de Hong Kong”, com o objetivo de derrubar o governo local e redigir uma nova Constituição.
  • Entre os acusados estão Elmer Yuen, Victor Ho, Johnny Fok e Tony Choi, com recompensas de até 1 milhão de dólares hongcongueses para alguns.
  • A polícia alertou que ajudar ou incitar a participação no grupo pode ser considerado crime e instou os procurados a se entregarem.

A polícia de Hong Kong emitiu mandados de prisão para dezenove ativistas exilados, acusando-os de subversão sob a lei de segurança nacional. Esta ação, ocorrida em 25 de novembro, representa o maior número de mandados desde a implementação da lei em 2020, que visava conter os protestos pró-democracia na cidade.

Os ativistas são acusados de organizar o “Parlamento de Hong Kong”, um grupo que, segundo a polícia, tinha como objetivo derrubar o governo local e a liderança da China, além de redigir uma nova Constituição. Entre os acusados estão o empresário Elmer Yuen, o comentarista Victor Ho e os ativistas Johnny Fok e Tony Choi. Quatro deles já possuem mandados com recompensas de 1 milhão de dólares honcongueses (aproximadamente R$ 703 mil). Para os outros quinze, a recompensa é de 200 mil dólares honcongueses (mais de R$ 140 mil).

Desde a devolução de Hong Kong à China em 1997, a cidade gozava de um alto grau de autonomia, mas a repressão aumentou após os protestos de 2019. Críticos afirmam que a lei de segurança nacional tem sido utilizada para silenciar vozes dissidentes. As autoridades, por outro lado, defendem que a regulamentação é essencial para restaurar a estabilidade após meses de agitação.

A polícia de Hong Kong também alertou que ajudar ou incitar a participação no “Parlamento de Hong Kong” pode ser considerado crime. A corporação instou os procurados a retornarem e se entregarem, prometendo que aqueles que confessarem ou fornecerem informações relevantes poderão ter suas penas reduzidas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais