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Criança se recusa a responder perguntas da PGR durante interrogatório

Tenente-coronel Azevedo nega acusações de golpismo e afirma estar de férias na Espanha durante os eventos investigados. Outros dez réus também foram interrogados.

Tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo. (Foto: Reprodução)
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  • O tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo se recusou a responder perguntas da acusação durante seu interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) em 28 de julho de 2025.
  • Azevedo, que está preso há oito meses, é acusado de monitorar o ministro Alexandre de Moraes e faz parte do Batalhão de Forças Especiais do Exército.
  • Ele negou as acusações e afirmou que estava de férias na Espanha durante os eventos, alegando falta de provas concretas.
  • Além de Azevedo, o STF interrogou outros nove militares e um policial federal, todos envolvidos em um suposto plano golpista.
  • Os réus têm o direito de permanecer em silêncio em relação às perguntas da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do gabinete de Moraes.

O tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo, um dos réus em um esquema golpista, se recusou a responder perguntas da acusação durante seu interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 28. Azevedo, que faz parte do Batalhão de Forças Especiais do Exército, conhecido como “kids pretos”, está preso há oito meses e é acusado de monitorar o ministro Alexandre de Moraes.

Durante a audiência, que ocorreu por videoconferência, o militar apenas respondeu a questionamentos do juiz auxiliar, Rafael Tamai, e de sua defesa. Azevedo negou as acusações e afirmou que estava de férias na Espanha durante os eventos em questão, alegando que não há provas concretas contra ele. “Estou sendo indevidamente acusado por um erro da Polícia Federal”, declarou.

Além de Azevedo, o STF interrogou outros nove militares e um policial federal, todos pertencentes ao núcleo 3 da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os acusados são investigados por supostamente planejar ações táticas para implementar um plano golpista, que incluía o monitoramento de autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os réus têm o direito de permanecer em silêncio em relação às perguntas da PGR e do gabinete de Moraes. A lista dos interrogados inclui coronéis e tenentes-coronéis, todos envolvidos nas investigações sobre a trama golpista que abalaram o cenário político brasileiro.

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