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Comissão da Câmara nega imunidade a Ghislaine Maxwell, associada de Epstein

Ghislaine Maxwell condiciona depoimento ao Congresso a imunidade criminal, enquanto Trump revela rompimento com Epstein após escândalo.

Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell participam do evento de patrocinadores de de Grisogono na Série de Concertos de Wall Street de 2005, em benefício do Wall Street Rising, com uma apresentação de Rod Stewart, no Cipriani Wall Street em Nova York, em 15 de março de 2005. (Foto: Joe Schildhorn | Patrick McMullan | Getty Images)
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  • Ghislaine Maxwell se ofereceu para depor ao Congresso, mas exigiu imunidade criminal e outras condições.
  • A Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes não aceitará a imunidade proposta por Maxwell.
  • Maxwell foi condenada a 20 anos de prisão por crimes relacionados ao recrutamento de menores para abuso sexual.
  • O advogado de Maxwell afirmou que ela testemunharia publicamente se recebesse clemência do ex-presidente Donald Trump.
  • Trump comentou que cortou laços com Jeffrey Epstein após descobrir que ele havia contratado funcionárias do spa de seu clube, Mar-a-Lago.

Ghislaine Maxwell, cúmplice de Jeffrey Epstein, se ofereceu para depor ao Congresso, mas sob condições rigorosas, incluindo imunidade criminal. A Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes, no entanto, já declarou que não considerará essa imunidade. Maxwell, condenada a 20 anos de prisão por crimes relacionados ao recrutamento de menores, invocou o direito de não se incriminar ao recusar um depoimento sob intimação.

O advogado de Maxwell, David Oscar Markus, afirmou que ela estaria disposta a testemunhar publicamente se recebesse clemência do ex-presidente Donald Trump. A Comissão busca informações sobre Epstein e Maxwell, especialmente após a recusa do Departamento de Justiça em liberar documentos investigativos prometidos anteriormente. O presidente da Comissão, James Comer, destacou a importância do depoimento de Maxwell para possíveis reformas nas leis de combate ao tráfico sexual.

Enquanto isso, Trump comentou sobre sua relação com Epstein, revelando que cortou laços com ele após descobrir que Epstein havia contratado funcionárias do spa de seu clube, Mar-a-Lago. Ele afirmou que advertiu Epstein para não levar seus funcionários, referindo-se a Virginia Giuffre, uma das principais acusadoras de Epstein, que trabalhou no spa e foi recrutada por Maxwell. Giuffre, que acusou Epstein de abuso sexual, faleceu em abril deste ano.

A situação em torno de Maxwell e Epstein continua a gerar interesse e especulação, especialmente com a pressão do Congresso por mais informações sobre suas atividades e conexões com figuras proeminentes. A expectativa é que novos desdobramentos ocorram à medida que as investigações e os processos legais se desenrolam.

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