- Carla Zambelli, deputada do PL, foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e adulterar documentos.
- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que não haverá proteção institucional a Zambelli.
- A análise da perda de mandato da deputada ocorrerá em agosto, sem tentativas de protelação.
- A representação sobre a perda de mandato está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
- Motta destacou que a Câmara não deliberará sobre a prisão, mas sim sobre a perda do mandato da deputada.
Carla Zambelli, deputada do PL, foi condenada pelo STF por invadir sistemas do CNJ e adulterar documentos. A situação gerou um intenso debate sobre a possibilidade de sua prisão e a posição da Câmara dos Deputados.
Hugo Motta, presidente da Câmara, afirmou que não haverá proteção institucional a Zambelli. Em declarações nas redes sociais, ele deixou claro que a análise da perda de seu mandato ocorrerá em agosto, sem tentativas de protelação. Motta reconhece a gravidade do crime cometido pela deputada e não apoiará qualquer movimento que busque protegê-la com base nas prerrogativas parlamentares.
Após a condenação, Motta destacou que as providências necessárias já estão sendo tomadas. A representação que trata da perda de mandato de Zambelli está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça, seguindo o regimento interno da Casa e a Constituição. O presidente da Câmara enfatizou que a Casa não deliberará sobre a prisão, mas sim sobre a perda do mandato da deputada.
Aliados de Motta confirmaram que não haverá iniciativas para adiar a análise da situação de Zambelli, que está prevista para ocorrer quando os parlamentares retornarem do recesso parlamentar. A postura firme do presidente da Câmara sinaliza um movimento em direção à responsabilização da deputada, em meio a um cenário político conturbado.
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