- A popularidade da presidenta do México, Claudia Sheinbaum, caiu para 80%, segundo pesquisa da Enkoll realizada entre 19 e 22 de julho.
- A queda de três pontos em relação a maio é atribuída a críticas sobre insegurança e corrupção.
- Políticas sociais e direitos das mulheres continuam com alta aprovação, com 86% e 84%, respectivamente.
- Escândalos envolvendo membros do partido Morena, como viagens luxuosas, surgiram, mas não devem afetar significativamente a imagem de Sheinbaum.
- A próxima apresentação do relatório de um ano de presidência, marcada para setembro, pode influenciar a percepção pública sobre sua gestão.
Claudia Sheinbaum, presidenta do México, enfrenta desafios em sua popularidade, que caiu para 80%. Apesar de manter altos índices desde o início de seu governo, sua aceitação sofreu uma queda de três pontos em relação a maio, conforme pesquisa da Enkoll. A pesquisa, realizada entre 19 e 22 de julho, revela que a percepção da população sobre sua gestão permanece estável, embora a insegurança e a corrupção sejam apontadas como os principais problemas.
As políticas sociais e os direitos das mulheres continuam a ser bem avaliados, com 86% e 84% de aprovação, respectivamente. As ajudas sociais, como bolsas e pensões, são vistas como os principais legados de Sheinbaum, representando 43% de suas conquistas. No entanto, a insegurança, especialmente em relação a crimes cotidianos, e a corrupção são citadas como os maiores erros de seu governo, com 19% e 11% de menções.
Recentemente, a presidenta enfrentou escândalos envolvendo membros de seu partido, como viagens luxuosas de figuras proeminentes do Morena. Apesar disso, não se espera que esses incidentes impactem significativamente sua imagem, já que a maioria da população ainda a considera trabalhadora e honesta. A pesquisa mostra que 76% dos entrevistados têm uma visão positiva dela, e 48% ainda apoiam seu partido.
A análise da situação política indica que a falta de campanhas eleitorais pode ter contribuído para a estabilidade na opinião pública. A próxima apresentação do relatório de um ano de presidência, marcada para setembro, pode reavivar o interesse da população pela política, impactando a percepção sobre a gestão de Sheinbaum.
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