- A defesa de Daniel Silveira protocolou um pedido urgente ao Supremo Tribunal Federal (STF) para sua transferência a uma clínica particular para tratamento médico.
- O pedido ocorreu após Silveira passar por uma cirurgia no joelho direito em 26 de outubro.
- Os advogados alegam que a falta de recursos adequados na prisão compromete a recuperação do ex-deputado.
- Laudos médicos indicam a necessidade de cuidados específicos e acompanhamento contínuo, com riscos de complicações na prisão.
- A defesa também solicita manifestação urgente da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o caso, que ainda aguarda decisão do relator, o ministro Alexandre de Moraes.
A defesa do ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) protocolou um pedido urgente ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele seja transferido a uma clínica particular para tratamento médico. O pedido foi feito após Silveira passar por uma cirurgia no joelho direito, realizada no dia 26 de outubro. Os advogados alegam que a falta de recursos adequados na prisão impede a recuperação adequada do ex-parlamentar.
Os laudos médicos anexados ao pedido indicam que Silveira necessita de cuidados específicos e acompanhamento contínuo. A defesa destaca que o retorno à unidade prisional representa sérios riscos de infecção e complicações, como rigidez articular e trombose venosa profunda. “A prisão domiciliar humanitária para tratamento de saúde é condição sine qua non para a completa e segura recuperação do requerente”, afirmam os advogados.
Além da transferência, a defesa também solicita que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste com urgência sobre o caso. A situação de Silveira gerou reações no meio político, com a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) criticando o ministro Alexandre de Moraes nas redes sociais. Kicis insinuou que a demora no atendimento médico poderia resultar em consequências graves, referindo-se a um caso anterior de negligência médica.
Este não é o primeiro pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Silveira. A solicitação anterior, feita logo após a cirurgia, também mencionava a precariedade do sistema carcerário. O STF ainda não se pronunciou sobre o novo pedido, que aguarda a decisão do relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes.
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