- A Polícia Federal (PF) criou, em outubro de 2023, a Diretoria de Proteção à Pessoa.
- A nova diretoria tem como foco a segurança de autoridades brasileiras, como o presidente e o vice-presidente, além de dignitários estrangeiros.
- Atualmente, a PF investiga cinco casos sob sigilo, relacionados a crimes como injúria, difamação, ameaça e incitação ao crime.
- Dentre os inquéritos, três foram iniciados pela PF e dois a pedido de ministérios do governo Lula.
- Nos últimos dois anos, a diretoria já concluiu 16 investigações sobre ameaças e ofensas a figuras públicas.
A Polícia Federal (PF) estabeleceu, em outubro de 2023, a Diretoria de Proteção à Pessoa, focada na segurança de autoridades brasileiras, incluindo o presidente e o vice-presidente, além de dignitários estrangeiros. Atualmente, a diretoria investiga cinco casos sob sigilo, relacionados a crimes como injúria, difamação, ameaça e incitação ao crime.
Dentre os inquéritos em andamento, três foram iniciados pela própria PF, enquanto dois foram instaurados após solicitações de ministérios do governo Lula. Nos últimos dois anos, a diretoria já concluiu 16 investigações sobre ameaças e ofensas a figuras públicas, refletindo a crescente preocupação com a segurança em um cenário de polarização política.
A criação da diretoria é uma resposta às crescentes ameaças enfrentadas por autoridades, que têm se intensificado em um ambiente político conturbado. A PF busca, assim, garantir a integridade e a segurança de quem ocupa cargos de relevância no país, em um momento em que a proteção de líderes se torna cada vez mais crucial.
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