- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de aumentar tarifas sobre importações da Índia devido à compra de petróleo russo pelo país.
- Trump criticou a Índia por lucrar com a revenda do petróleo, afirmando que o país “não se importa com as mortes na Ucrânia”.
- A Índia defendeu suas relações comerciais, alegando ser alvo de críticas dos EUA e da União Europeia, que também mantêm comércio com a Rússia.
- As declarações de Trump ocorrem após a demissão da comissária do Bureau of Labor Statistics, Erika McEntarfer, após dados de emprego insatisfatórios.
- Trump participará do programa “Squawk Box” da CNBC para discutir a economia e a situação do emprego nos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de aumentar tarifas sobre importações da Índia devido à compra de petróleo russo pelo país asiático. A declaração foi feita em uma postagem na rede social Truth Social, onde Trump criticou a Índia por lucrar com a revenda do petróleo russo, afirmando que o país “não se importa com as mortes na Ucrânia”.
A Índia, por sua vez, defendeu suas relações comerciais com a Rússia, alegando que está sendo “alvo” de críticas dos EUA e da União Europeia. O Ministério das Relações Exteriores indiano destacou que as nações que criticam a Índia também mantêm comércio com a Rússia, ressaltando que essa troca não é uma necessidade vital para elas.
Essas declarações de Trump ocorrem em um momento em que o presidente enfrenta desafios internos, incluindo a recente demissão da comissária do Bureau of Labor Statistics, Erika McEntarfer. A decisão foi tomada após a divulgação de dados de emprego que não atenderam às expectativas, com revisões significativas para os meses anteriores. Trump afirmou que a precisão dos números de emprego é crucial e que sua equipe está em busca de um substituto mais qualificado.
Trump participará do programa “Squawk Box” da CNBC, onde discutirá a economia e a situação do emprego nos EUA. A entrevista está marcada para terça-feira, às 8h ET. As tensões comerciais e as questões de emprego estão no centro das atenções, à medida que o governo tenta equilibrar as negociações tarifárias e a recuperação econômica.
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