- Centenas de pessoas marcharam em Londres no dia 29 de outubro de 2023.
- Os manifestantes pediram a libertação dos reféns israelenses mantidos pelo Hamas e criticaram o reconhecimento do Estado da Palestina pelo governo britânico.
- A manifestação ocorreu em frente ao escritório do primeiro-ministro Keir Starmer, que afirmou que o Reino Unido reconhecerá um Estado palestino caso Israel não aceite um cessar-fogo.
- Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, 251 israelenses foram sequestrados, com 49 ainda em cativeiro.
- A ofensiva israelense na Faixa de Gaza resultou na morte de pelo menos 61.430 palestinos, enquanto o ataque inicial do Hamas causou 1.219 mortes israelenses.
Centenas de pessoas marcharam em Londres neste domingo, 29 de outubro de 2023, exigindo a libertação dos reféns israelenses mantidos pelo Hamas e criticando o reconhecimento do Estado da Palestina pelo governo britânico. A manifestação, que contou com a presença de familiares dos reféns, culminou em frente ao escritório do primeiro-ministro Keir Starmer, que afirmou que o Reino Unido reconhecerá um Estado palestino caso Israel não concorde com um cessar-fogo.
Os manifestantes, muitos deles segurando bandeiras israelenses e fitas amarelas em solidariedade aos reféns, destacaram que a prioridade do governo deve ser a libertação dos 49 reféns ainda em cativeiro. Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, que deu início à atual guerra, 251 israelenses foram sequestrados, e 27 deles são considerados mortos pelo exército israelense.
Entre os participantes, Ayelet Stavitsky, irmã de um refém, e Adam Ma’anit, primo de outro refém morto, expressaram suas preocupações sobre a política externa do governo britânico. Ma’anit criticou a intenção de Starmer de reconhecer um Estado palestino, afirmando que o foco deveria ser a segurança e a libertação dos reféns.
A pressão sobre o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu tem aumentado, com protestos internos contra a guerra de 22 meses com o Hamas. Especialistas da ONU alertam para uma possível fome generalizada na Faixa de Gaza, onde a ofensiva israelense resultou na morte de pelo menos 61.430 palestinos. Em contrapartida, o ataque inicial do Hamas resultou na morte de 1.219 israelenses. A situação continua a ser monitorada de perto, com o governo israelense enfrentando desafios tanto internos quanto externos.
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