- A reunião entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e ministros do União Brasil foi adiada devido a uma rebelião de parlamentares de oposição.
- O encontro tinha como objetivo discutir um possível desembarque do governo Lula e estava agendado para até a quinta-feira, 7.
- A ala do União Brasil, liderada pelo presidente da legenda, Antônio Rueda, critica o Orçamento e defende a unificação da centro-direita para as eleições de 2026.
- Apenas um dos três ministros considerados da cota do União Brasil, Celso Sabino, do Turismo, é formalmente vinculado à legenda.
- A situação gera incertezas sobre o futuro dos ministros, enquanto Lula convoca uma reunião com seus ministros para cobrar maior engajamento na defesa do governo.
A rebelião de parlamentares de oposição resultou no adiamento de uma reunião entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e ministros do União Brasil. O encontro, que tinha como objetivo discutir um possível desembarque do governo Lula, estava agendado para ocorrer até a quinta-feira, 7. A pressão interna na legenda, que critica o Orçamento, complicou a agenda do senador.
A discussão sobre o desembarque do governo é impulsionada por uma ala do União Brasil, liderada pelo presidente da legenda, Antônio Rueda. Durante um evento com investidores, Rueda expressou descontentamento com o Orçamento e defendeu a unificação da centro-direita para as eleições de 2026. O União Brasil e o PP estão em processo de formalização de uma federação para apoiar um candidato adversário a Lula.
Três ministros são considerados da cota do União Brasil, mas apenas Celso Sabino, do Turismo, é formalmente vinculado à legenda. Waldez Góes, da Integração, é filiado ao PDT, enquanto Frederico de Siqueira, das Comunicações, não possui filiação partidária. Ambos foram indicados diretamente por Alcolumbre, que agora enfrenta a pressão de manter seus aliados na Esplanada.
A divisão interna no União Brasil gera incertezas sobre o futuro dos ministros. Alcolumbre, que sempre foi governista, pode tentar garantir a permanência de seus dois indicados, mas isso pode significar o sacrifício de Sabino. A situação se complica ainda mais com a convocação de Lula para uma reunião com seus ministros, onde cobrou maior engajamento na defesa do governo.
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