- Líderes europeus se reuniram virtualmente com Donald Trump em 13 de agosto para discutir a guerra na Ucrânia, antes da cúpula com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca.
- O foco da reunião foi garantir a presença da Ucrânia nas negociações de paz e evitar concessões territoriais sem o consentimento de Kiev.
- Trump prometeu consequências severas à Rússia se não houver progresso nas negociações e destacou que um cessar-fogo deve ser o primeiro passo para qualquer acordo.
- O presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski, participou da chamada e alertou sobre as intenções de Putin em ocupar totalmente a Ucrânia.
- Os líderes europeus concordaram em aumentar a pressão sobre a Rússia caso as negociações falhem, mantendo a integridade territorial da Ucrânia como prioridade.
Líderes europeus se reuniram virtualmente com Donald Trump nesta quarta-feira, 13, para discutir a guerra na Ucrânia, a dois dias de sua cúpula com o presidente russo, Vladimir Putin, no Alasca. O encontro teve como foco garantir que a Ucrânia esteja presente nas negociações de paz e que não haja concessões territoriais sem o consentimento de Kiev.
Durante a videoconferência, organizada pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, Trump prometeu que a Rússia enfrentará consequências severas caso não haja progresso nas negociações. Ele enfatizou que um cessar-fogo deve ser o primeiro passo para qualquer acordo. O presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, participou da chamada e alertou sobre as intenções de Putin, que busca a ocupação total da Ucrânia.
Os líderes europeus expressaram preocupação com a possibilidade de Trump ser influenciado por Putin, resultando em um acordo desfavorável para a Ucrânia. Eles reafirmaram que a integridade territorial do país deve ser preservada e que qualquer negociação deve incluir a participação de Zelenski. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, destacou a necessidade de garantias de segurança para a Ucrânia após a guerra.
A situação no campo de batalha permanece tensa, com a Rússia intensificando seus ataques. Zelenski criticou a cúpula entre Trump e Putin, considerando-a uma “vitória pessoal” para o líder russo. Ele pediu que os aliados europeus mantenham a pressão sobre Moscou, afirmando que Putin não demonstra interesse em um cessar-fogo imediato.
Os líderes europeus, incluindo os do Reino Unido, França e Alemanha, concordaram que, se as negociações falharem, a pressão sobre a Rússia deve ser aumentada. A expectativa é que a cúpula em Anchorage traga novos desdobramentos para a situação na Ucrânia, mas a ansiedade persiste. A possibilidade de um acordo que comprometa a soberania ucraniana gera receios entre os aliados.
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