- O podcast “A Mulher da Casa Abandonada” lançou um novo episódio, três anos após seu sucesso inicial.
- O episódio revela o endereço de Margarida Bonetti após seu retorno ao Brasil e discute sua vida após a investigação nos Estados Unidos.
- O apresentador Chico Felitti apresenta a história de uma mulher que se sentiu explorada por Bonetti.
- O programa também aborda a classificação legal do trabalho escravo no Brasil, destacando que, se considerado crime hediondo, não teria prescrito.
- A série, que já teve mais de 11 milhões de downloads, gerou um aumento de 123% nas denúncias de trabalho análogo à escravidão, segundo o Ministério Público do Trabalho.
Três anos após o sucesso do podcast A Mulher da Casa Abandonada, um novo episódio foi lançado, revelando um endereço de Margarida Bonetti após seu retorno ao Brasil. O programa, apresentado por Chico Felitti, se tornou um marco ao expor o caso da mulher acusada de manter uma empregada em condições análogas à escravidão.
O episódio, publicado pela Folha nesta quarta-feira (13), traz informações sobre a vida de Bonetti após seu retorno dos Estados Unidos, onde o caso foi inicialmente investigado. Felitti, seguindo pistas de uma mensagem recebida, apresenta um novo local onde a acusada residiu antes de se estabelecer em Higienópolis, São Paulo. Essa revelação é crucial para entender por que Bonetti não foi encontrada pela polícia brasileira.
Além disso, o novo episódio inclui a história de uma mulher que se sentiu explorada por Bonetti após se comover com seu caso. O podcast, que já soma mais de 11 milhões de downloads, também levanta questões sobre a classificação legal do trabalho escravo no Brasil. Felitti destaca que, se o crime fosse considerado hediondo, não teria prescrito, como ocorreu neste caso.
A série, que foi adaptada para a TV e estreia na Amazon Prime Video nesta sexta-feira (15), também gerou um aumento de 123% nas denúncias de trabalho análogo à escravidão, segundo dados do Ministério Público do Trabalho. O novo episódio não apenas complementa a narrativa original, mas também provoca um debate necessário sobre a legislação brasileira em relação a esse crime.
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