- Andressa de Almeida Rosa Cezário, 24 anos, foi morta a tiros em um possível caso de feminicídio na madrugada de 18 de setembro, em Inhoaíba, Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
- A jovem, mãe de uma criança, foi atingida por dois disparos após uma discussão com um homem, que é o principal suspeito.
- Apesar de socorrida, Andressa não resistiu aos ferimentos.
- Este é o segundo assassinato de mulher na região em menos de 48 horas; no dia 17, Sther Barroso dos Santos, 22 anos, foi espancada e também não sobreviveu.
- A Delegacia de Homicídios da Capital investiga os casos, enquanto a violência contra mulheres no estado apresenta números alarmantes, com 53 feminicídios registrados de janeiro a julho de 2025.
Andressa de Almeida Rosa Cezário, de 24 anos, foi morta a tiros em um possível caso de feminicídio na madrugada de segunda-feira, 18 de setembro, na Praça Vilar Guanabara, em Inhoaíba, Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A jovem, mãe de uma criança de 6 anos, foi atingida por dois disparos após uma discussão com um homem, que é o principal suspeito do crime. Apesar de socorrida e levada ao hospital, Andressa não resistiu aos ferimentos.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso, que se torna ainda mais alarmante ao ser o segundo assassinato de mulher em menos de 48 horas na região. No dia 17, Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, foi espancada após se recusar a deixar um baile com um traficante e também não sobreviveu aos ferimentos.
Estatísticas Alarmantes
Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam que, de janeiro a julho de 2025, 53 mulheres foram vítimas de feminicídios no estado do Rio de Janeiro. A maioria dos casos ocorreu na Região Metropolitana, onde 45 assassinatos foram registrados. Em 2024, o número de feminicídios chegou a 97, o que representa uma média de uma mulher morta a cada 3,7 dias devido à violência doméstica.
Parentes de Andressa compareceram ao Instituto Médico-Legal para liberar o corpo da jovem, mas optaram por não comentar sobre o crime. Nas redes sociais, amigos expressaram sua indignação e tristeza. Uma postagem questionou: “Até quando nós mulheres vamos continuar morrendo na mão desses homens?”
A crescente onda de violência contra mulheres no Rio de Janeiro exige atenção urgente das autoridades e da sociedade. A investigação sobre o assassinato de Andressa continua, enquanto a luta contra o feminicídio se torna cada vez mais necessária.
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