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MP denuncia empresário por homicídio da companheira em Alphaville

Fábio Seoane Soalheiro é acusado de feminicídio após a morte da namorada, com evidências de asfixia e indícios de luta no apartamento

Fábio Soalheiro é suspeito de matar a companheira, Bruna Martello, em Alphaville, na Grande SP. (Foto: Reprodução/TV Globo)
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  • Fábio Seoane Soalheiro foi denunciado por feminicídio após a morte de sua namorada, Bruna Martello Carvalho, em Alphaville.
  • O corpo de Bruna foi encontrado em seu apartamento no dia 3 de agosto, com sinais de asfixia, conforme laudos periciais.
  • O Ministério Público de São Paulo inicialmente pediu a revogação da prisão de Soalheiro, mas a denúncia afirma que a morte foi um ato de violência doméstica.
  • Soalheiro alegou que Bruna sofreu uma convulsão, mas a polícia encontrou indícios de luta e hematomas nas mãos do suspeito.
  • A defesa de Soalheiro nega a responsabilidade pela morte e afirma que o relacionamento do casal era conturbado, com a vítima expressando desejo de terminar a relação.

O Ministério Público de São Paulo denunciou Fábio Seoane Soalheiro por feminicídio após a morte de sua namorada, Bruna Martello Carvalho, de 35 anos. O corpo da vítima foi encontrado em seu apartamento em Alphaville no dia 3 de agosto, com sinais de asfixia, conforme laudos periciais.

Inicialmente, o promotor Vitor Petri havia solicitado a revogação da prisão de Soalheiro, alegando que os laudos necroscópicos eram inconclusivos. No entanto, a denúncia, apresentada nesta segunda-feira, 18, afirma que Bruna foi asfixiada até a morte, caracterizando o crime como um ato de violência doméstica. A defesa de Soalheiro, por sua vez, sustenta sua inocência e nega a existência de brigas entre o casal.

No dia do crime, Soalheiro acionou o resgate, alegando que Bruna havia sofrido uma convulsão. Ao chegarem ao local, as autoridades encontraram a vítima com ferimentos e indícios de luta, como móveis revirados e manchas de sangue. O suspeito apresentava hematomas nas mãos e foi indiciado por feminicídio, com prisão preventiva decretada um dia após o ocorrido.

A defesa de Soalheiro argumenta que ele não foi o responsável pela morte e que a situação pode ter sido um acidente. O advogado Rodolfo Warmeling afirmou que a versão de uma briga é incorreta, ressaltando que o casal havia comemorado o aniversário de Bruna dias antes da tragédia.

Além disso, Soalheiro já possui um mandado de prisão por descumprimento de medida protetiva em um caso anterior de violência doméstica. A família de Bruna relatou que o relacionamento era conturbado e que a vítima havia expressado o desejo de terminar o relacionamento. A filha de cinco anos do casal não estava presente no momento da morte da mãe.

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