- Os Estados Unidos enviaram três destróieres e um esquadrão anfíbio para a costa da Venezuela.
- A mobilização visa combater o narcotráfico e responde a alegações de envolvimento do governo de Nicolás Maduro com cartéis de drogas.
- A frota inclui os navios USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, além de aeronaves de vigilância.
- Em resposta, Maduro mobilizou 4,5 milhões de paramilitares, classificando a presença militar dos EUA como uma “ameaça bizarra”.
- A recompensa por informações que levem à captura de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões, reforçando as acusações de que ele lidera o Cartel de Los Soles.
Os Estados Unidos intensificaram suas operações militares na Venezuela, enviando três destróieres e um esquadrão anfíbio para a costa do país. A mobilização, que envolve cerca de 4,5 mil militares, visa combater o narcotráfico e responder às alegações de envolvimento do governo de Nicolás Maduro com cartéis de drogas.
A frota americana, composta pelos navios USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, chegou à região nesta semana. Além disso, um Boeing P-8 Poseidon e um E-3 Sentry estão realizando operações de vigilância aérea. Essas ações fazem parte de um esforço mais amplo do Comando Sul dos EUA para enfrentar o tráfico de drogas, considerado uma ameaça à segurança nacional.
Em resposta, Maduro mobilizou 4,5 milhões de paramilitares para defender o território venezuelano. Durante um encontro político, ele classificou a presença militar dos EUA como uma “ameaça bizarra” e afirmou que a Venezuela está preparada para proteger seus mares e céus. A mobilização de tropas americanas foi autorizada em 8 de agosto, com o objetivo de combater organizações narcoterroristas na região.
A Casa Branca anunciou que a recompensa por informações que levem à captura de Maduro foi elevada para US$ 50 milhões, reforçando as acusações de que ele lidera o Cartel de Los Soles. As operações militares americanas devem se estender por vários meses, com a intenção de desmantelar redes de tráfico de drogas que operam na América Latina.
A situação na região continua a se deteriorar, com um aumento significativo das atividades militares dos EUA, enquanto Maduro busca apoio interno para enfrentar o que considera uma agressão externa.
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