- O traficante Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, é apontado como mandante do assassinato de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos.
- O crime ocorreu após a jovem recusar sair com ele de um baile funk na comunidade da Coreia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio.
- Sther foi espancada e abandonada na porta de casa, onde chegou sem vida ao Hospital Municipal Albert Schweitzer.
- Coronel possui pelo menos 12 mandados de prisão e é vinculado ao Terceiro Comando Puro (TCP), com histórico de homicídios e organização criminosa.
- Ele continua foragido e as autoridades seguem em busca de esclarecimentos sobre o crime e suas conexões com o tráfico.
O traficante Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, é considerado pela Polícia Civil o mandante do assassinato de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos. O crime ocorreu após a jovem recusar sair com ele de um baile funk na comunidade da Coreia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Sther foi brutalmente espancada e abandonada na porta de casa, onde chegou sem vida ao Hospital Municipal Albert Schweitzer.
Coronel, que possui uma extensa ficha criminal e pelo menos 12 mandados de prisão nos últimos cinco anos, é vinculado ao Terceiro Comando Puro (TCP). Ele já foi acusado de diversos crimes, incluindo homicídio e organização criminosa. A família de Sther afirma que ela não tinha envolvimento com o tráfico.
Histórico Criminal
O traficante acumula um histórico de violência e crimes. O primeiro mandado de prisão contra ele foi expedido em 2019, quando foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio, associação ao tráfico e corrupção de menores. Em junho de 2024, um novo mandado foi emitido, relacionado a uma chacina ocorrida em março de 2021, no Parque de Madureira, onde três pessoas foram mortas durante um ataque a tiros.
Além disso, Coronel já foi acusado de ser o mandante de outros homicídios, como o de Wanderson Rodrigo Bezerra Mariano, em 2019. As investigações indicam que ele utilizava a força para manter o controle sobre a comunidade, impondo medo aos moradores.
Atuação na Comunidade
Atualmente, Coronel se esconde em áreas dominadas pelo TCP, como Vila Aliança e Coreia, onde frequenta bailes. O território é controlado por Rafael Alves, conhecido como Peixe, que também está ligado ao TCP. A presença de Coronel nessas áreas reforça sua influência e o clima de violência que permeia a comunidade.
As autoridades seguem em busca de Coronel, que continua foragido, enquanto a investigação avança para esclarecer todos os detalhes do assassinato de Sther e suas conexões com o crime organizado.
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