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‘Pijamão’ inflável de Getúlio Vargas é destaque em exposição no Museu da República

Exposição no Museu da República apresenta o "pijamão" inflável de Getúlio Vargas e objetos originais, atraindo visitantes até o dia 24 de agosto

Pijama inflável de Getúlio Vargas na frente do Museu da República no Catete (Foto: Alexandre Cassiano/Agência O Globo)
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  • O “pijamão” inflável de Getúlio Vargas, obra de Clarissa Diniz, está em exposição no Museu da República até 24 de agosto, data que marca os setenta e um anos do suicídio do ex-presidente.
  • A peça tem quatorze metros de altura e apresenta detalhes como listras vermelhas, douradas e brancas, além de uma marca de tiro e um pouco de sangue.
  • O pijama original e a máscara mortuária de Vargas também estão expostos. O inflável foi criado em dois mil e cinco e doado ao museu em dois mil e doze.
  • André Angulo, chefe do Núcleo de Museologia do Museu da República, afirma que a exposição busca suavizar a lembrança do suicídio e provocar reflexões sobre violência e política da época.
  • A exposição é gratuita e atrai tanto curiosos quanto pessoas que viveram os eventos históricos.

O “pijamão” inflável de Getúlio Vargas, uma obra de Clarissa Diniz, está em exposição no Museu da República até 24 de agosto, data que marca os 71 anos do suicídio do ex-presidente. A peça, com 14 metros de altura e detalhes como listras vermelhas, douradas e brancas, além de uma marca de tiro e um pouco de sangue, chama a atenção dos visitantes.

O pijama original e a máscara mortuária de Vargas também estarão expostos. O inflável foi criado em 2005, como parte de um edital da prefeitura, e doado ao museu em 2012. A artista utilizou a obra em um protesto conhecido como PIJAMAÇO, onde servidores do Ministério da Cultura se vestiram de pijama para reivindicar melhorias na carreira.

André Angulo, chefe do Núcleo de Museologia do Museu da República, destaca que a exposição busca suavizar a lembrança do suicídio de Vargas, ao mesmo tempo em que provoca reflexões sobre temas como a violência e a política da época. A ideia de expor o “pijamão” surgiu da Comissão de Exposições, em colaboração com técnicos do museu.

Com o “Quarto de Getúlio” em reforma, o museu optou por exibir o pijama e a máscara mortuária no térreo, onde os objetos ficarão em exposição de longa duração. Angulo ressalta que a arma não será exposta, pois considera que ela simboliza um fetiche de poder e violência.

Visitantes como Sueli Atienza, de 83 anos, relembram a época do suicídio de Vargas e a forte conexão emocional que suas famílias tinham com o ex-presidente. A exposição do pijama inflável, que ficará disponível até o próximo domingo, é gratuita e promete atrair tanto curiosos quanto aqueles que vivenciaram os eventos históricos.

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