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Governo Lula mantém esforço para reduzir tarifas comerciais dos Estados Unidos

Governo brasileiro busca negociar a redução da tarifa de 50% imposta pelos EUA, destacando a assimetria nas relações comerciais entre os países

Vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, reafirmou o compromisso do governo Lula em negociar com os Estados Unidos para reverter a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
  • Alckmin declarou que não há justificativa para a imposição da tarifa e criticou os argumentos econômicos do governo anterior dos EUA.
  • Ele destacou que a média tarifária dos produtos americanos é de apenas 2,7% e que a maioria dos produtos que mais exportam para o Brasil não paga imposto.
  • As tarifas entraram em vigor em 1º de agosto e não se aplicam a certos alimentos, celulose, produtos de energia e aviação civil.
  • O governo brasileiro busca mitigar os impactos econômicos da tarifa e fortalecer as relações comerciais com os Estados Unidos.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) reafirmou, neste sábado, 23, o compromisso do governo Lula (PT) em dialogar com os Estados Unidos para reverter a tarifa de 50% imposta sobre produtos brasileiros. Durante um evento na sede do PT em Brasília, Alckmin declarou: “Nós não vamos desistir de baixar essa alíquota e incluir mais produtos.”

O vice-presidente, que também ocupa o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, criticou os argumentos econômicos utilizados pelo governo de Donald Trump para justificar a tarifa. “Não tem a menor justificativa colocar essa tarifa”, afirmou, ressaltando que oito dos dez produtos que mais exportam para o Brasil não pagam imposto. Ele destacou que a média tarifária dos produtos americanos é de apenas 2,7%, considerada baixa, e que os EUA apresentam superávit na balança comercial com o Brasil.

As tarifas entraram em vigor em 1º de agosto e não se aplicam a diversos itens, como certos alimentos, celulose, produtos de energia e aviação civil. O governo brasileiro busca, por meio de negociações, mitigar os impactos econômicos dessa medida e fortalecer as relações comerciais entre os dois países.

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