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Dupla é condenada por asfixiar músico no Arpoador em crime brutal

Réus são condenados por latrocínio que resultou na morte do publicitário Sérgio Stamile, em crime ocorrido no Arpoador em 2021

O músico Sérgio Stamile foi morto no Arpoador em 2021 (Foto: Reprodução)
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  • A Justiça do Rio de Janeiro condenou Pablo Francisco da Silva e Flávio Lima de Mello pelo assassinato de Sérgio José Coutinho Stamile, ocorrido em agosto de 2021.
  • O crime, classificado como latrocínio, aconteceu no Arpoador, na Zona Sul da cidade.
  • Pablo foi sentenciado a 27 anos, 2 meses e 20 dias de prisão, enquanto Flávio recebeu uma pena de 23 anos e 4 meses.
  • Sérgio, que tinha 41 anos, foi asfixiado após ser imobilizado pelos réus durante uma discussão.
  • Imagens de câmeras de segurança foram essenciais para a identificação dos acusados, que foram presos em agosto de 2021.

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Pablo Francisco da Silva e Flávio Lima de Mello pelo assassinato do publicitário e músico Sérgio José Coutinho Stamile, ocorrido em agosto de 2021. O crime, caracterizado como latrocínio, aconteceu no Arpoador, na Zona Sul da cidade. Pablo recebeu uma pena de 27 anos, 2 meses e 20 dias, enquanto Flávio foi condenado a 23 anos e 4 meses de prisão, conforme decisão da 39ª Vara Criminal do TJRJ.

Durante o crime, Sérgio, que tinha 41 anos, foi asfixiado após ser imobilizado pelos réus durante uma discussão. Ele estava no local para meditar, hábito que lhe rendeu o apelido de “Pirata do Arpoador”. A vítima teve seus pertences, como a carteira, roubados, o que configurou o crime como latrocínio. O juiz Ricardo Coronha Pinheiro destacou que a violência utilizada foi extrema, com a aplicação de um golpe mata-leão que impossibilitou a defesa de Sérgio.

Detalhes do Crime

Sérgio foi deixado em casa pela namorada, Carla Daniel, por volta das 22h30 do dia 9 de agosto de 2021. Ele se dirigiu ao Parque Garota de Ipanema, onde costumava meditar, mas entrou no local após o horário de funcionamento. O corpo foi encontrado na manhã seguinte por policiais militares, que foram acionados após o crime.

Imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para a identificação dos réus. As gravações mostraram a chegada de Sérgio ao parque e a discussão com os acusados, que culminou em sua morte em um intervalo de apenas 15 minutos. Pablo foi preso em agosto, menos de duas semanas após o crime, enquanto as investigações prosseguiram sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital.

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