- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que a guerra entre Ucrânia e Rússia está próxima do fim.
- Durante reunião ministerial em Brasília, Lula destacou que os envolvidos reconhecem os limites do conflito.
- Ele mencionou ter conversado com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, sobre as negociações mediadas por Donald Trump.
- Lula criticou o aumento dos gastos militares da União Europeia, que aprovou um orçamento de 800 bilhões de euros, sugerindo que esse valor poderia ser usado para combater a fome.
- O presidente também se manifestou sobre a situação em Gaza, chamando a ação militar de Israel de genocídio e ressaltando a gravidade da crise humanitária.
Na avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a guerra entre a Ucrânia e a Rússia está se aproximando do fim. Durante uma reunião ministerial em Brasília, nesta terça-feira, 26, Lula afirmou que os envolvidos no conflito já reconhecem os limites da guerra. “Estamos em um momento histórico e importante”, destacou, enfatizando que todos aguardam o momento certo para anunciar o término das hostilidades.
Lula mencionou que teve duas conversas por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin, que lhe atualizou sobre as negociações mediadas por Donald Trump. “A preocupação maior deles é sobre quem vai ficar com a dívida dessa guerra”, explicou o presidente brasileiro. Ele ressaltou que será necessário um esforço para ajudar na recuperação da Ucrânia e no rearmamento da região.
Críticas ao Aumento dos Gastos Militares
O presidente também criticou o aumento dos gastos militares da União Europeia, que aprovou um orçamento de 800 bilhões de euros para rearmamento. Lula argumentou que esse valor poderia ser melhor utilizado para combater a fome, sugerindo que 500 bilhões de euros seriam suficientes para essa causa.
Genocídio em Gaza
Além de discutir a guerra na Ucrânia, Lula voltou a se manifestar sobre a situação em Gaza, chamando a ação militar de Israel de genocídio. “Todo dia tem novidade, mais gente morre e mais crianças ficam com fome”, afirmou, destacando a gravidade da situação humanitária na região. Ele criticou a forma como as crianças são tratadas no conflito, ressaltando a necessidade urgente de atenção internacional.
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