- Cíntia Chagas, ex-esposa do deputado estadual Lucas Bove, manifestou indignação após a Assembleia Legislativa de São Paulo arquivar o pedido de cassação do parlamentar.
- A votação ocorreu com seis votos a um e Bove é investigado por violência física e psicológica contra Cíntia.
- Em um vídeo, Cíntia chamou a decisão de “tapa na cara das mulheres” e criticou a conivência dos deputados.
- Ela afirmou que o arquivamento revela a “autodefesa masculina” no Legislativo e destacou a impunidade que Bove acredita ter.
- O caso gerou apoio nas redes sociais, evidenciando a necessidade de um debate sobre violência de gênero e proteção às vítimas no Brasil.
A influenciadora Cíntia Chagas, ex-esposa do deputado estadual Lucas Bove (PL-SP), expressou sua indignação nas redes sociais após a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) arquivar, por seis votos a um, o pedido de cassação do parlamentar. Bove é investigado por violência física e psicológica contra Cíntia, que já havia denunciado publicamente os abusos sofridos durante o relacionamento.
Em um vídeo postado após a decisão, Cíntia classificou a votação como um “tapa na cara das mulheres” e criticou a conivência dos deputados. Ela destacou que o arquivamento do processo revela a “autodefesa masculina” no Legislativo, afirmando que os parlamentares ignoram a gravidade das discussões sobre feminicídio. “Os senhores riem da sociedade”, disse Cíntia, enfatizando a falta de responsabilidade dos deputados.
Cíntia também mencionou que Bove estava ciente da impunidade que o cercava. “Ele dizia: ‘Eu sou branco, eu sou deputado e eu tenho cara de rico. Comigo nada vai acontecer'”, relatou. Ao final de seu desabafo, Cíntia condenou a postura dos parlamentares que rejeitaram o pedido de cassação, afirmando que eles “dão as costas para a Justiça”.
Nos comentários, diversas seguidoras manifestaram apoio, lamentando a cumplicidade masculina e a falta de justiça para as mulheres. A repercussão do caso evidencia a necessidade de um debate mais profundo sobre a violência de gênero e a proteção das vítimas no Brasil.
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