- Silas Malafaia enfrenta uma ação judicial do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na 41ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.
- O PSOL pede R$ 100 mil de indenização e a remoção de um vídeo onde Malafaia critica o deputado federal Guilherme Boulos.
- No vídeo, intitulado “Boulos e os evangélicos”, Malafaia classifica o PSOL como um “partido de lixo moral e das trevas”.
- Ele critica a defesa do aborto em casos de estupro e a ideologia de gênero, além de recomendar que seus seguidores não votem nos candidatos do PSOL.
- A ação judicial foi redirecionada para a vara criminal após um recurso do PSOL, que argumentou que o caso deveria ser tratado nesse âmbito.
Silas Malafaia, pastor e ativista político, enfrenta uma ação judicial movida pelo PSOL na 41ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. O partido solicita R$ 100 mil de indenização e a remoção de um vídeo em que Malafaia critica o deputado federal Guilherme Boulos, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo.
O vídeo, intitulado “Boulos e os evangélicos”, gerou polêmica e levou o PSOL a buscar reparação judicial. Em resposta, Malafaia ironizou a ação, agradecendo ao partido por “defender suas ideias”. Ele não hesitou em classificar o PSOL como um “partido de lixo moral e das trevas”, citando a defesa do aborto em casos de estupro e a ideologia de gênero como pontos de crítica.
Malafaia também fez um apelo aos seus seguidores, recomendando que não votassem nos candidatos do PSOL para os cargos de vereador e prefeito. A ação judicial, que inicialmente seria encaminhada à Justiça Eleitoral, foi redirecionada para a vara criminal após um recurso do PSOL, que argumentou que o caso deveria ser tratado nesse âmbito.
A disputa entre Malafaia e o PSOL reflete a crescente polarização política no Brasil, especialmente em temas sensíveis como direitos reprodutivos e a influência da religião na política.
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