- A Polícia Federal (PF) intensificou ações contra o crime organizado no Brasil, focando em facções criminosas e operações financeiras.
- O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, defendeu a regulamentação das fintechs para combater a lavagem de dinheiro.
- Rodrigues destacou que as fintechs são usadas por organizações criminosas para ocultar recursos ilícitos.
- A PF está em diálogo com a Receita Federal, o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para melhorar o controle financeiro.
- O diretor-geral afirmou que o combate ao crime deve ser técnico e envolver a colaboração entre diferentes órgãos.
A Polícia Federal (PF) intensificou suas ações contra o crime organizado no Brasil, com foco em facções criminosas e suas operações financeiras. Em entrevista ao programa Os Três Poderes, da TV VEJA+, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, ressaltou a importância da regulamentação das fintechs para combater a lavagem de dinheiro.
Rodrigues afirmou que as fintechs têm sido utilizadas por organizações criminosas para ocultar recursos provenientes de atividades ilícitas. “Havia necessidade imperiosa de regulamentação das fintechs”, destacou o delegado, enfatizando que a falta de controle permite que o crime se aproveite de brechas no sistema financeiro.
A PF já está em diálogo com a Receita Federal, o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para propor melhorias nos processos de controle financeiro. O diretor-geral explicou que as operações da PF não se limitam a prender criminosos, mas também geram inteligência que pode aprimorar políticas públicas. “Nosso papel é colaborar para qualificar processos e reduzir brechas que o crime usa para burlar a lei”, completou.
Rodrigues defendeu que o combate ao crime organizado deve ser tratado de forma técnica e não politizada, ressaltando a necessidade de um esforço conjunto entre diferentes órgãos para fortalecer o sistema de controle financeiro no país.
Entre na conversa da comunidade