- Luís Roberto Barroso, juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), teve seu visto americano suspenso em 18 de julho.
- A suspensão foi imposta pelo governo Trump, que alegou que Barroso e outros ministros do STF estariam envolvidos em perseguições ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O escritório Arnold & Porter Kaye Scholer LLP, onde Barroso trabalhou na década de 1980, foi contratado pela Advocacia-Geral da União (AGU) para contestar as sanções.
- Desde a suspensão do visto, Barroso está impedido de participar de eventos ou palestras nos Estados Unidos.
- As sanções também afetam familiares dos ministros e foram anunciadas por Marco Rubio, secretário de Estado do governo Trump.
Luís Roberto Barroso, juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), enfrenta restrições em sua atuação internacional após a suspensão de seu visto americano, que ocorreu em 18 de julho. A medida foi imposta pelo governo Trump, que alegou que Barroso e outros ministros do STF estariam envolvidos em uma “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O escritório Arnold & Porter Kaye Scholer LLP, onde Barroso trabalhou no final da década de 1980, foi contratado pela Advocacia-Geral da União (AGU) para contestar as sanções. O escritório tem um histórico de colaboração com Barroso, que, em 2016, palestrou em sua sede em Washington, relembrando sua experiência como *foreign associate*.
Barroso destacou que sua passagem pelo escritório foi marcante, ressaltando a importância de sua formação acadêmica e profissional nos Estados Unidos. Desde a suspensão do visto, ele está impedido de participar de eventos ou palestras no país, o que limita sua capacidade de se envolver em discussões jurídicas internacionais.
As sanções, que afetam também familiares dos ministros, foram anunciadas por Marco Rubio, secretário de Estado do governo Trump. A decisão gerou repercussões significativas nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente no contexto atual de tensões políticas.
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