- O governador de Illinois, JB Pritzker, criticou o envio de tropas federais para Chicago, chamando a ação de “invasão”.
- Pritzker anunciou que tomará medidas legais para impedir a mobilização militar na cidade.
- Chicago se junta a outras cidades, como Los Angeles e Washington, que já receberam forças federais.
- O prefeito de Chicago, Brandon Johnson, também se opôs à mobilização e assinou um decreto para limitar a autoridade das forças federais.
- A crítica à militarização da segurança pública cresce entre líderes democratas, que veem a ação como uma tentativa de controle federal.
O possível envio de tropas federais para Chicago, com o objetivo de combater a criminalidade, foi classificado como uma “invasão” pelo governador de Illinois, JB Pritzker, em declaração feita no último domingo, 31. O governador, que se posiciona como um dos principais críticos do presidente Donald Trump, afirmou que tomará medidas legais para impedir a mobilização militar na cidade.
Chicago se junta a outras cidades, como Los Angeles e Washington, que já receberam o envio de policiais federais e forças militares. Pritzker destacou que não houve comunicação prévia do governo federal com sua administração ou com a cidade sobre essa mobilização. Ele expressou preocupação com a intenção do governo de “assumir o controle” das eleições legislativas de novembro de 2026.
Reação do Governo Local
O prefeito de Chicago, Brandon Johnson, também se manifestou contra a possível mobilização, assinando um decreto que visa limitar a autoridade das forças federais na cidade. Johnson afirmou que a administração municipal se vê obrigada a tomar “medidas drásticas” para proteger a população da expansão do poder federal.
A crítica à militarização da segurança pública tem ganhado força entre líderes democratas, que veem a ação como uma tentativa de controle federal em áreas governadas por seus partidos. O governador Pritzker alertou que, caso as tropas sejam enviadas, ele recorrerá à Justiça para barrar a ação.
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