- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou a visita da senadora Damares Alves ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar desde 4 de agosto de 2023.
- A visita está marcada para esta segunda-feira, 1º de outubro, um dia antes do início do julgamento de Bolsonaro e outros réus por suposta tentativa de golpe de Estado.
- A senadora criticou as restrições impostas pelo STF, considerando-as autoritárias, já que Bolsonaro ainda não foi condenado.
- A visita ocorrerá sob rigorosas medidas de segurança, com vistorias em veículos e intensificação da vigilância na área externa da residência de Bolsonaro.
- O julgamento, que começa em 2 de outubro, pode resultar em penas de até 43 anos de prisão para o ex-presidente.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou a visita da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar desde 4 de agosto de 2023. A visita ocorrerá nesta segunda-feira, 1º de outubro, um dia antes do início do julgamento de Bolsonaro e outros réus por suposta tentativa de golpe de Estado.
A visita, programada para ocorrer entre 10h e 18h, será realizada sob rigorosas medidas de segurança. Moraes determinou que todos os veículos que saírem da residência de Bolsonaro sejam revistados, incluindo inspeções no porta-malas. O magistrado também intensificou a vigilância na área externa da casa, em resposta a preocupações sobre possíveis tentativas de fuga.
Damares Alves, que foi ministra durante o governo Bolsonaro, criticou as restrições impostas pelo STF, considerando-as autoritárias, uma vez que Bolsonaro ainda não foi condenado. A senadora formalizou dois pedidos de visita, sendo que apenas o primeiro foi aceito. Recentemente, Damares anunciou que foi diagnosticada com câncer de mama em estágio inicial, mas afirmou estar reagindo bem ao tratamento.
O ex-presidente enfrenta acusações graves, incluindo a liderança de uma organização criminosa e a disseminação de informações falsas sobre a segurança das urnas eletrônicas. O julgamento, que se inicia na terça-feira, 2 de outubro, está previsto para durar até 12 de setembro e pode resultar em penas que somam até 43 anos de prisão. A expectativa é alta, dado o impacto que a decisão pode ter sobre o futuro político de Bolsonaro e a estabilidade democrática no Brasil.
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