- O Rio de Janeiro lançou o curso de formação da primeira turma da Divisão de Elite da Guarda Municipal.
- O evento ocorreu na manhã de terça-feira e contou com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, do secretário nacional de Segurança Pública, Mário Luiz Sarrubo, e do prefeito, Eduardo Paes.
- Um total de 282 agentes da Guarda Municipal será treinado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em uma nova academia de 3,6 mil metros quadrados.
- O objetivo é implementar um modelo de patrulhamento baseado na experiência da PRF e na metodologia do Compestat, que ajudou a reduzir a criminalidade em Nova York.
- O prefeito destacou que a nova força é uma resposta à preocupação da população com a criminalidade e criticou a política de segurança do estado.
O Rio de Janeiro deu um passo significativo em sua política de segurança pública com o lançamento do curso de formação da primeira turma da Divisão de Elite da Guarda Municipal, na manhã desta terça-feira. O evento contou com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, do secretário nacional de Segurança Pública, Mário Luiz Sarrubo, e do prefeito, Eduardo Paes.
Ao todo, 282 agentes da Guarda Municipal serão treinados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em uma nova academia, que possui 3,6 mil metros quadrados e oferece diversas instalações, incluindo salas de aula e áreas para treinamento em artes marciais. O objetivo é implementar um modelo de patrulhamento que se baseia na experiência da PRF e na metodologia do Compestat, utilizado em Nova York, que ajudou a reduzir a criminalidade.
Lewandowski destacou que a nova força terá um papel de patrulhamento ostensivo, enfatizando que não deve ser uma polícia que atira primeiro e pergunta depois. O ministro ressaltou a importância de um modelo que complemente as forças existentes, sem se sobrepor a elas.
Eduardo Paes, por sua vez, afirmou que a criação da Força Municipal é uma resposta à angústia da população em relação à criminalidade. O prefeito criticou a política de segurança do estado e defendeu a necessidade de uma divisão de elite armada e bem treinada para apoiar as autoridades estaduais no combate ao crime. Ele mencionou iniciativas anteriores, como o BRT Seguro, que resultou na redução de vandalismos, e reafirmou que o foco será em crimes de rua, sem improvisação.
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