- O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, acusados de tentativas de golpe de Estado após as eleições de 2022, entrou no segundo dia no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira, 3.
- A defesa de Bolsonaro não compareceu devido a problemas de saúde, incluindo vômitos e crises de soluços.
- O julgamento foi retomado com a defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a presunção de inocência dos réus, comparando a situação à sua experiência durante a operação Lava Jato.
- O Senado aprovou uma nova lei que altera as regras de inelegibilidade, unificando o período para oito anos e antecipando o início da contagem.
O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, acusados de tentativas de golpe de Estado após as eleições de 2022, entrou em seu segundo dia no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira, 3. A defesa de Bolsonaro não compareceu devido a problemas de saúde, incluindo vômitos e crises de soluços. O grupo de réus inclui ex-ministros e altos oficiais militares.
O julgamento foi retomado com a defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Em seguida, os advogados de Bolsonaro e de outros generais também apresentarão suas sustentações. O caso atraiu atenção internacional, com veículos como The New York Times e El País destacando a gravidade das acusações e a importância do processo para a democracia brasileira.
Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a presunção de inocência dos réus, comparando a situação à sua própria experiência durante a operação Lava Jato. Lula não acompanhou o julgamento em tempo real, pois estava em compromissos em São Paulo, incluindo o velório do jornalista Mino Carta.
No Senado, foi aprovada uma nova lei que altera as regras de inelegibilidade, unificando o período para oito anos e antecipando o início da contagem. O projeto agora aguarda sanção presidencial. Em meio a essas movimentações políticas, a Comissão Mista de Orçamento deve votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2026, definindo as metas fiscais do governo.
O dia também é marcado por eventos econômicos, como a divulgação do índice de produção industrial e do fluxo cambial semanal pelo Banco Central. Essas informações são cruciais para entender as tendências de crescimento e a saúde econômica do país.
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