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Bombeiro é preso suspeito de assassinar PM após briga de trânsito no Rio

Subtenente bombeiro é preso por suspeita de assassinar cabo da PM em discussão de trânsito no Rio de Janeiro. Ele já era investigado por outro crime similar

Bombeiro chega preso na Delegacia de Homicídios da Capital (Foto: Reprodução)
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  • O subtenente bombeiro Eduardo Lisboa de Araújo foi preso em Marechal Hermes, Zona Norte do Rio de Janeiro, por suspeita de assassinar o cabo da PM Lucas Rocha de Brito.
  • O crime ocorreu durante uma discussão de trânsito na Rua Manoel Vitorino, onde Eduardo disparou pelo menos dois tiros contra o policial.
  • A prisão foi realizada pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) após um mandado expedido pela 4ª Vara Criminal do Rio.
  • Eduardo já era investigado por um crime anterior, onde disparou contra um homem em outra discussão de trânsito, também em Marechal Hermes.
  • Ele passará por audiência de custódia, onde será avaliada a legalidade da prisão e a possibilidade de liberdade.

O subtenente bombeiro Eduardo Lisboa de Araújo foi preso nesta sexta-feira, 17 de maio de 2024, em Marechal Hermes, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele é suspeito de ter assassinado o cabo da PM Lucas Rocha de Brito durante uma discussão de trânsito. A prisão foi realizada por policiais do Núcleo de Crimes Contra Agentes Públicos da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), após um mandado de prisão temporária expedido pela 4ª Vara Criminal do Rio.

O homicídio ocorreu por volta das 22h30 na Rua Manoel Vitorino, no bairro do Encantado. Segundo a DHC, Eduardo utilizou a mesma arma em ambos os crimes, uma pistola de sua propriedade. O cabo PM foi atingido por pelo menos dois disparos e não resistiu aos ferimentos. A discussão que levou ao crime começou quando Eduardo estava dirigindo um Celta e se envolveu em um conflito com o policial, que havia saído de seu veículo.

Investigações em Andamento

Além do assassinato do cabo, Eduardo já era investigado por um crime anterior. No dia 9 de maio de 2025, ele disparou contra um homem após outra discussão de trânsito, também em Marechal Hermes. A vítima sobreviveu, mas o caso levantou preocupações sobre o uso da violência em situações banais. A DHC destacou que a repetição do comportamento agressivo e o uso da mesma arma em dois incidentes graves justificaram a prisão temporária do bombeiro.

O subtenente deverá passar por uma audiência de custódia nos próximos dias, onde um juiz avaliará a legalidade da prisão e decidirá se ele permanecerá detido ou responderá em liberdade. A situação levanta questões sobre a conduta de agentes de segurança e a necessidade de medidas mais rigorosas para prevenir a violência no trânsito.

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