- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou a recuperação do nome “Departamento de Guerra”, que foi alterado para “Departamento de Defesa” em mil novecentos e quarenta e nove.
- A mudança foi anunciada na última sexta-feira e já está sendo implementada pelo Pentágono em sua comunicação oficial.
- Trump afirmou que o novo nome é mais apropriado, considerando a situação global atual.
- O secretário do Pentágono, Pete Hegseth, ressaltou que a alteração busca recuperar o “espírito guerreiro” da instituição.
- A mudança requer aprovação do Congresso para ser formalizada e pode acarretar custos significativos com a alteração de emblemas e documentos.
O presidente Donald Trump autorizou a recuperação do nome “Departamento de Guerra”, que havia sido alterado para “Departamento de Defesa” em 1949. A mudança visa reforçar uma imagem mais agressiva das Forças Armadas dos Estados Unidos em um contexto global tenso. A decisão foi anunciada na última sexta-feira, com o Pentágono já implementando a nova denominação em sua comunicação oficial.
A ordem executiva foi assinada durante uma cerimônia em Arlington, Virginia, onde funcionários começaram a substituir os letreiros. Trump justificou a mudança afirmando que “é um nome mais apropriado, especialmente dada a situação no mundo”. O secretário do Pentágono, Pete Hegseth, destacou que a alteração não é apenas estética, mas busca recuperar o “espírito guerreiro” da instituição.
Com a nova designação, o Pentágono pretende sinalizar aos adversários a disposição dos EUA em proteger seus interesses nacionais. Um documento associado à ordem executiva afirma que o nome “Departamento de Guerra” ajudará a focar nas prioridades do país. No entanto, a mudança não é definitiva, pois requer aprovação do Congresso para ser formalizada. Por ora, a nova denominação será secundária, coexistindo com “Departamento de Defesa”.
Legisladores republicanos já se mobilizaram para tornar a mudança permanente, com senadores apresentando um projeto de lei nesse sentido. Trump havia mencionado a recuperação do nome anteriormente, argumentando que “defesa é muito defensiva” e que o país deve ter uma postura mais ofensiva. A mudança, no entanto, levanta questões sobre os custos associados, uma vez que a alteração de emblemas e documentos pode demandar um investimento significativo.
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