- O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido não considera outra opção além de Jair Bolsonaro para a candidatura à Presidência em 2026.
- Apesar da inelegibilidade de Bolsonaro até 2030, Costa Neto declarou: “Não temos plano B. O nosso plano é Bolsonaro candidato.”
- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é visto como um potencial herdeiro político de Bolsonaro e está articulando uma proposta de anistia para os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023.
- A proposta de anistia, em discussão na Câmara dos Deputados, visa beneficiar aqueles condenados pelos atos de 8 de janeiro, com Valdemar argumentando que muitos não tiveram direito à defesa adequada.
- Aliados do PL reconhecem os desafios jurídicos de Bolsonaro, mas acreditam que sua presença é crucial para mobilizar a base bolsonarista e preservar o capital eleitoral acumulado desde 2018.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, reafirmou neste sábado que o partido não considera outra opção além de Jair Bolsonaro para a candidatura à Presidência em 2026. Apesar da inelegibilidade do ex-presidente até 2030, Costa Neto declarou: “Não temos plano B. O nosso plano é Bolsonaro candidato.” Essa afirmação surge em um contexto de incertezas jurídicas, com Bolsonaro enfrentando condenações no Tribunal Superior Eleitoral e um julgamento no STF.
Nos bastidores, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é visto como um potencial herdeiro político de Bolsonaro. Valdemar destacou que Tarcísio está sendo autorizado a nacionalizar temas relevantes para as eleições de 2026. O governador tem articulado uma proposta de anistia para os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023, o que poderia facilitar sua candidatura presidencial.
Proposta de Anistia
A proposta de anistia, que está sendo discutida na Câmara dos Deputados, visa beneficiar aqueles condenados pelos atos de 8 de janeiro. Valdemar argumentou que muitos não tiveram o direito à defesa adequada durante o processo. Ele defendeu que a anistia é uma prática comum na política brasileira e que todos merecem uma nova análise de seus casos.
Embora Tarcísio esteja sendo considerado como uma alternativa, Valdemar enfatizou que a decisão sobre a candidatura cabe a Bolsonaro. Aliados do PL reconhecem que a situação jurídica do ex-presidente é um desafio, mas a presença de Bolsonaro é vista como crucial para mobilizar a base bolsonarista e preservar o capital eleitoral acumulado desde 2018.
A articulação para manter o Republicanos na chapa pode incluir a filiação de deputados federais, visando fortalecer a candidatura de Tarcísio, caso ele se consolide como herdeiro político.
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