- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu uma anistia ampla para bolsonaristas em ato na Avenida Paulista, que contou com cerca de 42 mil pessoas.
- Ele criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que coloque o projeto em pauta.
- Tarcísio chamou o ministro Alexandre de Moraes de “ditador” e afirmou que a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro é injusta.
- O governador questionou a validade da delação do tenente-coronel Mauro Cid e destacou a importância do equilíbrio entre os poderes.
- O evento teve a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do pastor Silas Malafaia, que apoiaram a proposta de anistia.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu neste domingo (7) uma anistia ampla e irrestrita para bolsonaristas durante um ato na Avenida Paulista, que reuniu cerca de 42 mil pessoas. Ele criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que coloque o projeto em pauta. Tarcísio afirmou que não aceitará a “ditadura de um poder sobre o outro”, referindo-se ao ministro Alexandre de Moraes.
Durante seu discurso, o governador chamou Moraes de “ditador” e expressou que a população não suporta mais a tirania do ministro. Ele argumentou que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro é injusto e que não se pode condenar sem provas. Tarcísio destacou que a anistia é essencial para a pacificação do país e comparou a proposta atual à promovida em 1979, durante a ditadura militar.
Críticas ao STF
Tarcísio também questionou a validade da delação do tenente-coronel Mauro Cid, a qual classificou como “mentirosa”. Ele enfatizou que a condenação sem provas abre feridas que nunca cicatrizam. O governador ainda mencionou a importância do equilíbrio entre os poderes, citando o ministro André Mendonça, que criticou o ativismo do Judiciário.
O evento contou com a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do pastor Silas Malafaia, que apoiaram a proposta de anistia. Tarcísio reiterou que Bolsonaro é a maior liderança de direita e que o país deve “se reencontrar” com ele, apesar da inelegibilidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Mobilização e Expectativas
Os manifestantes exibiram bandeiras de Israel e dos Estados Unidos, buscando apoio internacional. Tarcísio se posicionou como um dos principais nomes da direita para as eleições presidenciais de 2026, prometendo lutar contra a arbitrariedade e em favor da liberdade. Ele concluiu que o movimento pela anistia é imparável e que novos tempos estão por vir.
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