- A cidade de Denison, Iowa, está em luto após a morte de Feglys Campos Arriba, um imigrante cubano, em um incidente com a polícia local em 15 de agosto de 2025.
- O funeral foi organizado por Michael P. Jones, proprietário da funerária Pauley Jones, que ofereceu seus serviços gratuitamente.
- Feglys, que trabalhava na fábrica Smithfield, estava em situação vulnerável após a expiração de seu visto.
- A comunidade se mobilizou em protestos, exigindo justiça e a divulgação das gravações da câmera corporal do policial envolvido.
- Um altar em homenagem a Feglys foi montado no parque, refletindo a dor e a indignação dos moradores.
Denison, Iowa, vive um momento de comoção após a morte de Feglys Campos Arriba, um imigrante cubano, em um incidente com a polícia local. O ocorrido, que gerou indignação na comunidade, aconteceu em 15 de agosto de 2025, em Washington Park. Feglys, de 36 anos, foi morto por um policial durante uma abordagem, o que deixou os moradores perplexos em uma cidade onde a violência é rara.
O funeral de Feglys foi organizado por Michael P. Jones, proprietário da funerária Pauley Jones, que ofereceu seus serviços gratuitamente. Ele busca um artista local para personalizar a urna com uma bandeira cubana e uma cadeira, simbolizando a vida de Feglys. A comunidade se mobilizou para arrecadar fundos, já que o imigrante não tinha família nos Estados Unidos e sua mãe, Magalys, reside na Espanha.
Feglys chegou aos Estados Unidos em julho de 2023, após uma longa jornada que começou em Cuba. Ele trabalhou na fábrica Smithfield, onde a maioria dos imigrantes da cidade é empregada. A perda do emprego, devido à expiração de seu visto, o deixou em uma situação vulnerável, culminando em sua morte trágica. Amigos e conhecidos descrevem Feglys como um homem trabalhador e gentil, que sempre buscou ajudar os outros.
Após o incidente, a comunidade de Denison se uniu em protesto, exigindo justiça e esclarecimentos sobre a morte de Feglys. Os moradores pedem a divulgação das gravações da câmera corporal do policial envolvido. A polícia local afirmou que Feglys estava “desobediente” e que houve uma confrontação física, mas muitos questionam essa narrativa.
A dor e a indignação são palpáveis entre os residentes, que se sentem inseguros após o ocorrido. Um altar foi montado em homenagem a Feglys no parque, com flores e mensagens pedindo justiça. A situação reflete um clima de tensão e divisão na cidade, onde a comunidade latina, crescente, enfrenta desafios diários em busca de dignidade e respeito.
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