- Jair Bolsonaro permanecerá em casa durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a trama golpista, que ocorre nesta terça-feira, 24 de outubro.
- A decisão de não comparecer ao tribunal se deve a agravamentos em sua saúde, como crises de soluços e vômitos.
- A defesa não solicitou a presença de Bolsonaro no julgamento e agendou uma consulta médica para o próximo domingo, 29 de outubro.
- O médico Cláudio Birolini informou que ele precisa retirar lesões na pele para análise anátomo-patológica.
- Recentemente, Bolsonaro foi diagnosticado com esofagite, gastrite e infecções pulmonares, o que contribuiu para sua decisão de acompanhar o julgamento de casa.
O ex-presidente Jair Bolsonaro permanecerá em casa durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a trama golpista, que retoma nesta terça-feira, 24 de outubro. A decisão de não solicitar presença no tribunal foi motivada por agravamentos em sua saúde, incluindo crises de soluços e vômitos. A análise do caso deve ser concluída na próxima sexta-feira, 27 de outubro.
A defesa de Bolsonaro não fez pedido para que ele acompanhasse o julgamento presencialmente e agendou uma consulta médica para o próximo domingo, 29 de outubro. Médicos e familiares aconselharam que ele não comparecesse ao STF, considerando o estresse físico e emocional que a situação poderia causar. O advogado Paulo Amador Bueno destacou que o ex-presidente enfrenta crises de soluço intensas, o que torna sua condição preocupante.
Recentemente, Bolsonaro apresentou um quadro clínico complicado, com episódios de dispneia e instabilidade emocional. O médico Cláudio Birolini, parte da equipe que cuida da saúde do ex-mandatário, informou que ele precisa realizar a retirada de lesões na pele para análise anátomo-patológica. Essa é a segunda vez que Bolsonaro solicita autorização para deixar o cárcere por questões de saúde desde que a medida foi adotada.
No mês passado, ele foi autorizado a ir ao hospital para exames, onde foi diagnosticado com esofagite e gastrite, além de infecções pulmonares recentes. A saúde debilitada do ex-presidente foi um fator determinante para sua decisão de acompanhar o julgamento de casa, evitando assim o desgaste emocional e físico que a presença no tribunal poderia acarretar.
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