- Sete ministros do governo Lula desrespeitaram a orientação de silêncio sobre o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à trama golpista.
- A recomendação visava evitar comentários até o veredito final para não alimentar a vitimização do bolsonarismo.
- Entre os ministros que se manifestaram estão Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Fernando Haddad (Economia).
- Luiz Marinho (Trabalho) afirmou que Bolsonaro é tratado como “líder de organização criminosa”. Haddad lembrou que a tentativa de golpe foi uma demonstração de força das instituições democráticas.
- Rui Costa (Casa Civil) se posicionou contra a anistia, enquanto Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) divulgou um vídeo de Bolsonaro prestando continência à bandeira dos Estados Unidos, afirmando que “a nossa soberania não se negocia”.
Sete ministros do governo Lula desrespeitaram a orientação de silêncio sobre o julgamento no STF relacionado à trama golpista. A recomendação era evitar comentários até o veredito final, a fim de não alimentar a vitimização do bolsonarismo. Contudo, figuras como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Fernando Haddad (Economia) se manifestaram sobre o caso.
Os ministros que se pronunciaram incluem Luiz Marinho (Trabalho), Margareth Menezes (Cultura), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Rui Costa (Casa Civil) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência). Gleisi e Margareth compartilharam matérias sobre o processo, enquanto Luiz Marinho foi mais incisivo, afirmando que Bolsonaro é tratado como “líder de organização criminosa”.
Haddad, por sua vez, relembrou uma entrevista de fevereiro, onde destacou que a tentativa de golpe liderada por Bolsonaro foi uma demonstração de força das instituições democráticas. Ele reiterou que essa análise continua válida. Rui Costa se posicionou contra a anistia, enquanto Márcio Macêdo divulgou um vídeo de Bolsonaro prestando continência à bandeira dos EUA, afirmando que “a nossa soberania não se negocia”.
Essas manifestações refletem a tensão no governo, onde a estratégia de silêncio foi claramente desafiada, revelando divisões sobre como lidar com o legado do ex-presidente e as implicações do julgamento em curso.
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