- A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Jair Bolsonaro em uma ação relacionada à trama golpista.
- No condomínio onde reside, em Jardim Botânico, Brasília, moradores trocaram mensagens de apoio e ironia em grupos de WhatsApp.
- Um morador fez piada sobre churrasco e outro comparou a situação a uma “Copa do Mundo”.
- Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, foi visto tranquilo e otimista, acompanhando o julgamento com a ex-primeira-dama e a filha.
- Aliados acreditam que a divergência no julgamento pode ser usada em futuros recursos e fortalecer a pressão por anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023.
No dia em que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela condenação de Jair Bolsonaro em uma ação relacionada à trama golpista, o clima no condomínio onde o ex-presidente reside foi de agitação. Moradores trocaram mensagens em grupos de WhatsApp, revelando um ambiente dividido entre ironia e apoio. O condomínio, localizado no Jardim Botânico, em Brasília, viu diálogos que misturavam celebrações e críticas ao atual governo.
Entre as mensagens, um morador fez uma piada sobre churrasco, enquanto outro comparou a situação a uma “Copa do Mundo”. A festa virtual ocorreu antes da conclusão do voto da ministra Cármen Lúcia, que consolidou a maioria pela condenação de Bolsonaro por cinco crimes. Apesar da condenação, alguns vizinhos expressaram apoio ao ex-presidente, lembrando sua rotina comum e afirmando que ele sempre foi um “bom vizinho”.
Reações no Condomínio
Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar com sua família, foi visto na garagem de sua residência, acenando para fotógrafos com um semblante tranquilo. Ele acompanhou as sessões do STF ao lado da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e da filha mais nova, Laura. A divergência no julgamento, manifestada pelo ministro Luiz Fux, foi recebida com alívio por Bolsonaro, que destacou a importância da discordância no tribunal.
Aliados do ex-presidente consideram o voto de Fux um sinal de que o processo não é unânime, o que pode ser utilizado em futuros recursos. A expectativa é que essa manifestação fortaleça as pressões pela aprovação de uma anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023. Enquanto isso, os moradores do condomínio continuam a debater a situação, com críticas ao governo atual e um sentimento de solidariedade em relação a Bolsonaro.
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